Identifivação do v-PSA: teste portátil foi testado com sucesso

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Identificação do v-PSA: teste portátil foi testado com sucesso

Em 2007, a ARS/USDA solicitou que esse tipo de teste fosse empregado na Geórgia na detecção do v-PSA, embora nunca tivesse sido testado fora do laboratório; foi um sucesso, fornecendo resultados após 60 a 90 minutos das raspagens, em comparação com as várias horas demandadas nos ensaios convencionais de PCR

ASF-v ID: Portable test has been successfully tested & In 2007, the ARS/USDA requested that this type of test be employed in Georgia in detecting ASF-V-PSA, although it had never been tested outside the laboratory; was a success, providing results after 60 to 90 minutes of the raspagens, compared to the several hours demanded in conventional PCR assays

 

PSA Russia The Guardian

Carcaças de suínos infectadas com a PSA depois de abatidas em uma criação na Rússia, em 2009.

Crédito imagem: Eduard Korniyenko/Reuters (publicada no The Guardian)

 

Com base na notícia Rapid ASF field diagnosis put to the test in Uganda (por Treena Hein) do Pig Progress de 13 de março de 2019, uma ferramenta de identificação por reação em cadeia da polimerase (PCR, siga em inglês) para o DNA viral da peste suína africana (PSA), criada pela Tetracore dos EUA, foi testada com sucesso em Uganda, e no futuro poderá ser empregado em outras áreas do mundo quando e onde as regulamentações legais assim o permitir.

Os estudos de campo realizados em Uganda mostraram resultados bem-sucedidos que foram recentemente publicados na revista Transboundary and Emerging Diseases por uma equipe que inclui cientistas do National Veterinary Institute na Suécia, do National Animal Disease Diagnostics and Epidemiology Centre (NADDEC) de Uganda e da própria Tetracore.

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Na "dose segura": novo estudo toxicológico revela efeitos nocivos dos GBHs

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Na "dose segura": novo estudo toxicológico revela efeitos nocivos dos GBHs

Novo estudo, realizado por várias instituições científicas independentes em todo o mundo, descobriu que a exposição aos agrotóxicos herbicidas à base do i. a. glifosato [glyphosate-based herbicides (GBHs)] causou efeitos reprodutivos e de desenvolvimento em ratos machos e fêmeas, em um nível de dose tido nos EUA "como seguro" (1,75 mg/ kg pc/dia)

In the "safe dose": new toxicological study shows harmful effects of GBHs & A new study, made by several independent scientific institutions around the world, found that exposure to herbicide-based herbicides I.A. glyphosate-based herbicides (GBHs) caused reproductive and developmental effects in male and female rats at a dose level in the US "as safe" (1.75 mg / kg bw / day)

 

Democracy vs glyphosate

Crédito imagem: RNZ

 

Com base na notícia Global Glyphosate Study Pilot Phase Shows Reproductive and Developmental Effects at 'Safe' Dose do Sustinable Pulse de 13 de março de 2019, o novo estudo The Ramazzini Institute 13-week pilot study glyphosate-based herbicides administered at human-equivalent dose to Sprague Dawley rats: effects on development and endocrine system1, realizado por várias instituições científicas independentes em todo o mundo, descobriu que a exposição aos agrotóxicos herbicidas à base de glifosato [glyphosate-based herbicides (GBHs)], incluindo a marca comercial Roundup, revelou efeitos reprodutivos e de desenvolvimento em ratos machos e fêmeas, em um nível de dose tido "como seguro" (1,75 mg/ kg pc/dia) nos EUA.

A exposição dos animais de laboratório aos GBHs foi associada a efeitos semelhantes aos andrógenos, incluindo um aumento estatisticamente significativo da distância anogenital [Anogenital distance (AGD)] em machos e fêmeas, atraso do primeiro estro e aumento da testosterona em fêmeas.

A AGD (a distância entre o ânus e os órgãos genitais) é um sensível marcador de ruptura endócrina pré-natal2, afetando o desenvolvimento do Trato Genital. A exposição a diferentes produtos químicos, incluindo agrotóxicos, tem sido associada previamente à alteração da AGD e outros efeitos endócrinos3, 4.

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Pós-Brexit: EUA querem vender ao Reino Unido carne de frango com cloro, bovina com hormônio e suína com ractopamina

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Pós-Brexit: EUA querem vender ao Reino Unido carne de frango com cloro, bovina com hormônio e suína com ractopamina

Brasil: a privatização da fiscalização pública de produtos de origem animal se "ampara" em um "modelo" estrangeiro de subdesenvolvimento em segurança alimentar

Post-Brexit: U.S. want to sell to United Kingdom chicken meat with chlorine, bovine with hormone and swine with ractopamine & Brazil: the privatization of public inspection of animal products is "amfor" in a foreign "model" of underdevelopment in food safety

 

Carne de frango cloro pos Brexit

Crédito imagem: The Irish News

 

Com base na notícia Washing chicken in chlorine doesn't kill all the bacteria, experts say (por Josh Barrie) do i News de 4 de março de 2019, os EUA querem vender carne de frango com cloro, bovina com hormônio e suína com ractopamina ao Reino Unido em um possível acordo comercial pós-Brexit.

Conforme um documento de 15 páginas contendo os principais objetivos desse acordo, autoridades do governo dos EUA pediram ao Reino Unido "acesso abrangente ao seu mercado" aos produtos agrícolas americanos - muito dos quais proibidos pela União Europeia (UE). Nesse documento, o escritório do representante de comércio dos EUA afirmou que buscaria "estabelecer um mecanismo para remover injustificadas barreiras que bloqueiam a exportação de alimentos e produtos agrícolas dos EUA".

Segundo a notícia, muito já foi discutido no Reino Unido sobre o possível acordo comercial transatlântico pós-Brexit com os EUA, porém, o fato é que os produtos agrícolas norte-americanos tendem a ter uma qualidade muito menor do que os da UE e os padrões de bem-estar animal quase sempre são mais frágeis.

 

Carne de frango com cloro

Para o i News "a ideia de que os britânicos possam se alimentar de carne de frango com cloro é a que mais preocupa". A indústria dos EUA pulveriza a carne de frango com uma lavagem com cloro, na esperança de controlar bactérias nocivas como a Listeria e a Salmonella.

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Estudos científicos ligam agrotóxicos neonicotinóides ao câncer de mama

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Estudos científicos ligam agrotóxicos neonicotinóides ao câncer de mama

Interligação de estudos científicos reforçam a tese de que a exposição aos agrotóxicos agrotóxicos neonicotinóides altera a atividade promotora para induzir aumento da produção da enzima aromatase, que é conhecida por estimular a produção de estrogênio e, portanto, a proliferação de células cancerígenas. Monografias dos ingredientes ativos dos agrotóxicos estudados — tiacloprido e imidaclopridosão autorizadas no Brasil

Scientific studies link neonicotinoid agrochemicals to breast cancer & Interconnection of scientific studies reinforce the thesis that exposure to agrotoxic pesticides neonicotinoid alters the promoter activity to induce increased production of the aromatase enzyme, which is known to stimulate the production of estrogen and, Therefore, the proliferation of cancer cells. Monographs of the active ingredients of pesticides studied — thiacloprid and imidacloprid — are authorised in Brazil

 

Agrotoxicos cancer mama Afisa PR

Crédito imagem: Hospital Moinhos de Vento

  

Com base na notícia Bee-Toxic Neonicotinoid Insecticide Exposure Linked to Hormone-Dependent Breast Cancer do Beyond Pesticides de 7 de março de 2019, os resultados do estudo Promotional Consideration: A Potential Mechanistic Link between Neonicotinoid Insecticides and Hormone-Dependent Breast Cancer (por Silke Schmidt) de 30 de novembro de 2018 — que reforça as descobertas do estudo Effects of Neonicotinoid Pesticides on Promoter-Specific Aromatase (CYP19) Expression in Hs578t Breast Cancer Cells and the Role of the VEGF Pathway (por Élyse Caron-Beaudoin, Rachel Viau e J. Thomas Sanderson) de 26 de abril de 2018 —, publicado na revista científica Environmental Health Perspectives (EHP), mostra que as concentrações no meio ambiente dos agrotóxicos neonicotinóides à base dos ingredientes ativos tiacloprido e imidacloprido aumentam a expressão de um gene ligado ao câncer de mama.

Em seu estudo, Schmidt descobriu um caminho através do qual os neonicotinóides estimulam o excesso de produção de estrogênio, conhecido por ocorrer durante o desenvolvimento do câncer de mama progressivo dependente de hormônio: "Nossas descobertas destacam a necessidade de mais pesquisas para avaliar os impactos potenciais da exposição de baixa dose e crônica aos neonicotinóides nos processos endócrinos que afetam a saúde das mulheres".

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UE: Tribunal de Justiça ordenou que EFSA libere "documentos secretos" sobre carcinogenicidade e toxicidade do glifosato

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UE: Tribunal de Justiça ordenou que EFSA libere "documentos secretos" sobre carcinogenicidade e toxicidade do glifosato

O que revelarão os "documentos secretos" vinculados à carcinogenicidade e toxicidade do glifosato liberados ao público pelo Tribunal de Justiça da União Europeia?

EU: Court of Justice has ordered EFSA to release "secret documents" about carcinogenicity and toxicity of glyphosate & What will reveal the "secret documents" linked to the carcinogenicity and toxicity of glyphosate released to the public by the Court of Justice of the European Union?

 

 Corte de Justica UE

 Crédito imagem: Horst Galuschka/DPA/Press Association Images

 

Com base na notícia European Court of Justice Orders EU Regulators to Publicly Release Secret Industry Glyphosate Studies do Sustainable Pulse de 7 de março de 2019, o Tribunal de Justiça da União Europeia [European Court of Justice (ECJ)] — vide General Court of the European Union & Press Release nº 25/19 e processos nos. T-716/14 e T‑329/17 — ordenou à European Food Safety Authority (EFSA) a liberação ao público em geral de todos os "documentos secretos" vinculados à carcinogenicidade e toxicidade do agrotóxico glifosato fato que, segundo a notícia, constitui uma enorme vitória legal para a proteção da saúde pública.

O glifosato é o ingrediente ativo utilizado em várias formulações comerciais de agrotóxicos herbicidas que são amplamente utilizados nos domínios da União Europeia (UE).

O glifosato foi incluído na lista de autorização de substâncias ativas da UE para o período de 1º de julho de 2002 a 30 de junho de 2012. Esta lista foi temporariamente prorrogada até 31 de dezembro de 2015. Após 2015, em virtude da renovação da autorização da substância ativa glifosato no âmbito da UE a Alemanha, como Estado-membro relator, apresentou à Comissão Europeia e à EFSA um "projeto de relatório de avaliação da renovação da autorização", que foi publicado em 12 de março de 2014 pela EFSA.

Em 27 de novembro de 2017, após dois anos e meio de polêmica e reautorizações temporárias, o agrotóxico glifosato foi autorizado na UE por mais 5 anos.

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