China cria suínos transgênicos resistentes à PSC

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China cria suínos transgênicos resistentes à PSC

O uso de suínos transgênicos pode reduzir as perdas econômicas relacionadas à peste suína clássica (PSC), sustentam pesquisadores chineses

China creates CSF-resistant transgenic pigs & The use of transgenic pigs can reduce the economic losses related to classical swine fever (CSF), say Chinese researchers

 

Suino

 

A notícia Chinese create transgenic pig resistant to CSF (por Vincent ter Beek) do Pig Progress de 5 de janeiro de 2019, os chineses criam suínos transgênicos resistentes à peste suína clássica (PSC).

A criação de suínos transgênicos pode reduzir os prejuízos econômicos relacionadas à PSC, sustentam os pesquisadores chineses.

Esses pesquisadores, em sua maioria ligados à Universidade de Jilin, publicaram suas descobertas no periódico PLOS Pathogens na publicação Genetically modified pigs are protected from classical swine fever vírusnetically modified pigs are protected from classical swine fever vírus.

Em seu artigo, os pesquisadores descreveram como eles combinavam a tecnologia de interferência de RNA (RNAi) e a tecnologia CRISPR/Cas9 para criar esses porcos transgênicos, que poderiam lidar melhor com a PSC.

 

Criando suínos transgênicos anti-PSCv

A equipe de pesquisadores chineses descreveu como pequenos "grampos de cabelo" antivirais, chamados "shRNAs", foram selecionados e, em seguida, inseridos no loco porcino Rosa26 (pRosa26) através da estratégia knock-in mediada por CRISPR/Cas9. A equipe produziu suínos transgênicos anti-PSCv por transferência nuclear somática (SCNT, sigla em inglês).

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Influenza aviária: recente relatório avalia sua ameaça ao Reino Unido

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Influenza aviária: recente relatório avalia sua ameaça ao Reino Unido

A considerar os aspectos semelhantes, os alertas do relatório Living and Dying with Avian Influenza também são válidos para nós

Avian Influenza: Recent report assesses it´s threat to the United Kingdom & Considering the similar aspects, the alerts of the Living and Dying with Avian Influenza report are also valid for us

 

1 n influenza

Crédito imagem: Labiotech.eu

 

De acordo com a notícia Assessing the threat of AI (por Jake Davies) do Poultry World de 28 de dezembro de 2018, o Reino Unido deve investir mais na sua preparação para enfrentar um surto em larga escala de influenza aviária (IA), de acordo com uma nova análise feita por Daniel Roberts, autor do recente relatório Living and Dying with Avian Influenza de julho de 2018. O autor afirma que atualmente o Reino Unido teria dificuldade em administrar um grande surto dessa doença.

A pesquisa de Roberts levou-o a vários países que já sofreram grandes surtos de IA incluindo os EUA, o Canadá, os Países Baixos e Hong Kong. Um consenso formado em todos esses países foi a falta de preparação contra a IA antes da ocorrência de um surto em larga escala.

Não obstante exista uma série de sistemas e procedimentos de controle, a afirmação de Roberts é a de que o Reino Unido "atualmente não tem capacidade para enfrentar um grande surto [de IA] e precisa investir significativamente para mitigar o risco de uma devastadora incursão [da doença]".

Roberts alerta que a incursão da IA é inevitável, e preventivamente se preparar conta essa doença exigirá a melhoria dos atuais protocolos de controle.

Para começar, Roberts identifica problemas com as criações de aves de quintal e recomenda que todos os criadores, independentemente da quantidade de aves, sejam obrigados ao registro. "É preciso encontrar uma solução que permita identificar todas as criações de aves — não importa quão pequenas sejam". Ele cita como exemplo o registro de cães na Nova Zelândia como um potencial modelo para essa medida de controle.

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Irlanda: indústria da carne defende fiscalização agropecuária pública e regulamentação mais severa

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Irlanda: indústria da carne defende fiscalização agropecuária pública e regulamentação mais severa

Concorrência estrangeira da carne: indústria da carne irlandesa afirmou que está em vigência para a carne bovina um regime de fiscalização pública "que garante os mais elevados padrões de conformidade" exigidos pela regulamentação da União Europeia (UE); na Irlanda a fiscalização é pública e diária e os fiscais agropecuários do estado estão baseados em caráter permanente nos frigoríficos. Quem conquistará o comércio estrangeiro de carne: a "inspeção" privada auditada de vez em quando ou a fiscalização agropecuária pública, diária e feita por fiscais agropecuários do estado?

Ireland: Meat industry advocates public agricultural inspection and more severe regulation & Foreign meat Competition:  The Irish meat industry has stated that it is in the presence of a public inspection regime for beef "which guarantees the highest standards of conformity" required by the European Union (EU) regulation; In Ireland the inspection is public and daily and the public inspectors tax is based on a permanent basis in the refrigerators. Who will conquer the foreign trade of meat: The private "inspection" audited once in a while or the public agricultural supervision, daily and made by agricultural tax authorities of the state?

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Crédito imagem: Glanbia Connect

 

Segundo a noticia Carcass dressing standards 'properly applied across the board' (por Sylvester Phelan) da AgriLand de 21 de dezembro de 2018, a Meat Industry Ireland (MII), que representa a indústria frigorífica da Irlanda, defendeu a fiscalização agropecuária pública e a regulamentação implementada nos nos frigoríficos irlandeses, descrevendo-os como tendo um alto nível de conformidade e acrescentando que o sistema de fiscalização será ainda mais aprimorado a partir de 1º de janeiro.

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Argentina: as consequências mortais de uma agricultura baseada em OGMs e agrotóxicos

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Argentina: as consequências mortais de uma agricultura baseada em OGMs e agrotóxicos

A Argentina é um dos principais produtores mundiais de trigo, milho e soja e cerca de 95% das suas colheitas agrícolas são quimicamente induzidas. Porém os moradores locais dizem que por trás desse crescimento há uma história de doenças e mortes

Argentina: The deadly consequences of an agriculture based on Ogms and agrochemicals & Argentina is one of the world's leading producers of wheat, maize and soybeans and about 95% of its agricultural crops are chemically induced. But local residents say that behind this growth there is a history of diseases and deaths

 

TRT World

Crédito imagem: Agrochemicals in the back of a producer's truck, Jesus Maria, Cordoba. (Ignacio Conese/TRTWorld)

 

Segundo a notícia The deadly consequences of agrochemical farming in Argentina (por Ignacio Conese) do TRT World de 26 de dezembro de 2018, a Argentina é um dos principais produtores mundiais de trigo, milho e soja e cerca de 95% das suas colheitas agrícolas são quimicamente induzidas. Porém os moradores locais dizem que por trás desse crescimento há uma história de doença e morte.

Alfredo Ceran, 63 anos, trabalhou por nove anos como aplicador de agrotóxicos em plantações de soja no município de Monte Maíz, na Província de Córdoba. Suas unhas estão queimadas. Seus exames de sangue mostraram resíduos dos agrotóxicos glifosato, clorpirifós, azatrina, 2,4-D e cipermetrina. Entre outras cirurgias, ele teve um transplante de fígado em decorrência de câncer. Ceran também sofre de cirrose não alcoólica.

"Na década em que passei trabalhando, nunca recebi proteção útil ou decente de qualquer tipo, apenas luvas que eu costumava comprar para mim", disse Ceran. "Para economizar dinheiro e tempo, na mesma rodada de aplicação, nós misturávamos até sete agrotóxicos disponíveis no mercado", quando a norma estabelece que você nunca deve misturar mais de três de uma só vez. Usávamos todos os tipos de agrotóxicos misturados, alguns completamente ilegais por causa de seus perigos, mas eficazes, e no final é tudo o que importa para os patrões, se os insetos ou as ervas daninhas vão ou não embora". "Sentia-me mal toda vez que fazia isso, podia dizer que não era bom para mim, até meu chefe e os médicos disseram que minhas doenças não estavam relacionadas ao trabalho que eu fazia. Isso estava me matando e ainda fazia porque o pagamento era decente o suficiente, mas agora tira a minha vida". Segundo a notícia, Ceran acredita que todo o sistema é fraudado em favor de empresas agroquímicas. Ele acha que os médicos mentiram sobre a causa das doenças que desenvolveu e no fundo sente que é a agricultura intensiva que lhe deu todas elas.

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UE: europeus querem transparência na segurança alimentar

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UE: europeus querem transparência na segurança alimentar

Atualização da legislação alimentar geral da União Europeia (UE): Parlamento Europeu apoia a publicação das partes não confidenciais dos pedidos da indústria apresentados à EFSA para autorização de aditivos alimentares, agrotóxicos e OGMs. "É um resultado direto de milhões de pessoas em toda a Europa que se mobilizaram em torno do escândalo do glifosato" (Martin Pigeon da Corporate Europe Observatory)

EU: Europeans want transparency in food security & Update of the general food law of the European Union (EU): the European Parliament supports the publication of non-confidential parts of industry applications submitted to EFSA for the authorisation of food additives, pesticides and GMOs. "It´s a direct result of millions of people across Europe who have mobilized around the glyphosate scandal" (Martin Pigeon of the Corporate Europe Observatory).

 

n 2 EFSA

Credito imagem: EFA

 

Segundo a notícia Consumer groups back EU transparency vote (por Joe Whitworth) da Food Safety News de 13 de dezembro de 2018, os Members of the European Parliament (MEPs) (Membros do Parlamento Europeu) da União Europeia (UE) apoiam as medidas que garantem que os estudos científicos utilizados nas decisões sobre segurança alimentar sejam disponibilizados publicamente.

A votação em plenário das emendas que visam atualizar a legislação alimentar geral da União Europeia (UE) garantiu a aprovação de uma importantíssima alteração que permite a publicação de estudos de segurança alimentar antes que um produto seja autorizado para o comércio. A mudança foi aprovada por 427 votos a favor, 172 contrários e 67 abstenções.

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