A peste suína africana (PSA), as duas Coreias, a OIE e a FAO

Afisa-PR

A peste suína africana (PSA), as duas Coreias, a OIE e a FAO

As notificações obrigatórias de peste suína africana (PSA) das duas Coreias perante a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) 

 

Casos de PSA na República da Coreia

Após a confirmação do primeiro surto de peste suína africana (PSA), até a data de 24 de dezembro de 2019, a República da Coreia reportou junto à Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) uma notificação imediata e trinta e quatro subsequentes relatórios de acompanhamento.

Todos os surtos da doença foram encontrados na fronteira norte com a República Popular Democrática da Coreia e adjacentes à Zona Desmilitarizada.

  

 

Foi encontrada uma vacina eficaz contra o vírus da PSA?

Afisa-PR

Foi encontrada uma vacina eficaz contra o vírus da PSA?

Pesquisadores do Plum Island Animal Disease Center, EUA, concluíram que "o ASFv-G-ΔI177L é uma nova e eficaz vacina experimental" contra o vírus da peste suína africana (PSA) que "protege os suínos do isolado epidemiologicamente relevante do vírus da PSA da Geórgia", Europa Oriental

 

A peste suína africana (PSA) foi descrita pela primeira vez em 1921 no Quênia, mas durante grande parte do século 20, cientistas de todo o mundo falharam em levá-la a sério, pois os piores surtos eram confinados à África.

 

 

Attachments:
Download this file (861666v1.full.pdf)bioRxiv[Development of a highly effective African swine fever virus vaccine by deletion of the I177L gene results in sterile immunity against the current epidemic Eurasia strain]1167 kB

Última auditoria do FSIS definiu proibição da carne in natura 

Afisa-PR

A última auditoria do FSIS definiu a proibição da carne in natura 

O último relatório do FSIS encaminhado ao MAPA "descreve o resultado da auditoria de equivalência" realizada entre 10 e 28 de junho de 2019 com o objetivo de verificar se a fiscalização de produtos de origem animal tinha equivalência com os EUA

 

Os EUA voltaram a negar a reabertura do seu comércio interno à carne bovina in natura de origem brasileira. No mês de março de 2019, após uma série de concessões no setor de agricultura em favor dos estadunidenses e da abdicação do Brasil da condição de país em desenvolvimento nas negociações junto à Organização Mundial do Comércio (OMC), foi acertado que o Serviço de Inspeção e Segurança de Alimentos (FSIS) ligado ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) faria uma auditoria de verificação de equivalência — feita entre 10 e 28 de junho de 2019 — na fiscalização agropecuária1 dedicada à fiscalização de produtos de origem animal.

 

 

A Austrália será a próxima vítima da PSA?

Afisa-PR

A Austrália será a próxima vítima da PSA?

A Indonésia se tornou o mais recente país a confirmar um surto da mortal doença dos suínos, a peste suína africana (PSA), que poderá matar aproximadamente um quarto da população mundial de suínos

 

Os viajantes australianos pela Ásia estão sendo alertados para que não tragam alimentos derivados da carne suína e que desinfectem seus calçados (sem restos de solo). São algumas das medidas preventivas necessárias para não colocar em risco a condição sanitária o status sanitário da Austrália como área livre de peste suína africana (PSA), segundo a notícia Fears of African swine fever reaching Australia rise, as Indonesia confirms outbreak (por Jess Davis e Nikolai Beilharz) do ABC de 16 de dezembro de 2017. 

 

 

A Dinamarca prova que é possível construir uma suinocultura próspera com drástica redução de antibióticos

Afisa-PR

A Dinamarca prova que é possível construir uma suinocultura próspera com drástica redução de antibióticos

A Dinamarca, que cria 32 milhões de suínos por ano, e que está entre os principais países exportadores de carne suína do mundo, prova que um país pode construir uma próspera indústria suína com drástica redução do uso de antibióticos 

 

Em uma fazenda industrial da Dinamarca com 35 mil suínos é provável que eles tenham receberam apenas um único tratamento com antibióticos antes de serem vendidos aos frigoríficos. Às vezes, um quarto ou mais desse plantel chega aos frigoríficos sem ser tratado com antibióticos, segundo a notícia Denmark Raises Antibiotic-Free Pigs. Why Can't the U.S.? (por Andrew Jacobs) do The New York Times de 6 de dezembro de 2019.

 

 

Attachments:
Download this file (2395-Texte de l'article-16958-2-10-20190819.pdf)INRA Sciense & Impact[Apport de la sociologie à l'étude de la réduction d'usage des antibiotiques]721 kB
Download this file (Antimicrobials Sold or Distributed for Use in Food-Producing Animals.pdf)FDA/USA - Summary Report, 2017, Center Veterinary Medicine[Antimicrobials Sold or Distributed for Use in Food-Producing Animals]578 kB
Download this file (better-bacon-pork-industry-antibiotics-ib.pdf)Natural Resources Defense Council (NRDC) - Better Bacon[Why it's high time the U. S. Pork Industry stoppe pigging out on antibiotics]358 kB
Download this file (ehp.122-A160.pdf)News & Spheres of Influence[Reduced antibiotic use in livestock & How Denmark tackled Resistence]2071 kB
Download this file (Yellow Card, English version, 180517.pdf)Ministry of Environment and Food of Denmark & Danish Veterinary and Food Adminis[Special provisions for the reduction of the consumption of antibiotics in pig holdings (the yellow card initiative)]352 kB