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Cientistas encontram novas evidências preocupantes entre agrotóxicos à base de glifosato e câncer

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Cientistas encontram novas evidências preocupantes entre agrotóxicos à base de glifosato e câncer

Um novo estudo — Exposure to Glyphosate-Based Herbicides and Risk for Non-Hodgkin Lymphoma: A Meta-Analysis and Supporting Evidence — sugere que pessoas expostas a "grandes doses" de agrotóxicos à base de glifosato "têm um risco elevado de desenvolver o linfoma não-Hodgkin"

 

Glifosato novo estudo linfoma

Crédito imagem: Fotokostic/Getty

 

Com base na notícia Scientists Found Worrisome New Evidence About Roundup and Cancer (por Tom Philpott) da Mother Jones de 14 de março de 2019, trava-se  um longo debate sobre se o agrotóxico mais amplamente utilizado no mundo concorre para que o câncer "borbulhe de novo" nas pessoas. O agrotóxico glifosato é o componente ativo chave do herbicida da Monsanto comercializado com a marca Roundup. A notícia Bayer Roundup cancer trial goes to jury after closing arguments (por Jim Christie) da Reuters de 12 de março de 2019, afirma que "os advogados fizeram uma audiência de fechamento" em San Francisco, Califórnia (EUA), na primeira fase de uma ação judicial contra a gigante alemã Bayer, que no ano passado adquiriu a Monsanto. O autor dessa ação, Edwin Hardemanafirma que "o uso do agrotóxico Roundup o levou a desenvolver" o linfoma não-Hodgkin (NHL, sigla em inglês), um tipo de câncer. O júri ficou de decidir (na sexta-feira, 15) se comprovadamente o agrotóxico à base de glifosato usado por Hardeman foi um "fator substancial" para causar seu câncer, conforme deu suas instruções o juiz da Corte Distrital dos EUA (US District Court), Vince Chhabria. Caso o júri decida por unanimidade a favor de Hardeman, uma segunda fase desse julgamento considerará a responsabilidade da Monsanto. Uma decisão dividida do júri resultará em um julgamento incorreto e provavelmente desencadeará um novo julgamento para Hardeman. 

As principais agências reguladoras de agrotóxicos dos Estados Unidos e do Canadá "concluíram que o glifosato não é carcinogênico". Porém, o agrotóxico glifosato permanece sob escrutínio. Apenas algumas semanas antes do início do julgamento de Hardeman, vários pesquisadores que já participaram de um painel do governo dos EUA para avaliar a segurança do glifosato, divulgaram um novo estudo — Exposure to Glyphosate-Based Herbicides and Risk for Non-Hodgkin Lymphoma: A Meta-Analysis and Supporting Evidence, publicado na revista Science Direct em 10 de fevereiro de 2019 — que sugere que pessoas expostas a grandes doses de agrotóxicos à base de glifosato têm um risco elevado de desenvolver o linfoma não-Hodgkin. Durantes seus depoimentos, duas das testemunhas especialistas no caso Hardeman, citaram justamente esse estudo. 

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Identifivação do v-PSA: teste portátil foi testado com sucesso

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Identificação do v-PSA: teste portátil foi testado com sucesso

Em 2007, a ARS/USDA solicitou que esse tipo de teste fosse empregado na Geórgia na detecção do v-PSA, embora nunca tivesse sido testado fora do laboratório; foi um sucesso, fornecendo resultados após 60 a 90 minutos das raspagens, em comparação com as várias horas demandadas nos ensaios convencionais de PCR

ASF-v ID: Portable test has been successfully tested & In 2007, the ARS/USDA requested that this type of test be employed in Georgia in detecting ASF-V-PSA, although it had never been tested outside the laboratory; was a success, providing results after 60 to 90 minutes of the raspagens, compared to the several hours demanded in conventional PCR assays

 

PSA Russia The Guardian

Carcaças de suínos infectadas com a PSA depois de abatidas em uma criação na Rússia, em 2009.

Crédito imagem: Eduard Korniyenko/Reuters (publicada no The Guardian)

 

Com base na notícia Rapid ASF field diagnosis put to the test in Uganda (por Treena Hein) do Pig Progress de 13 de março de 2019, uma ferramenta de identificação por reação em cadeia da polimerase (PCR, siga em inglês) para o DNA viral da peste suína africana (PSA), criada pela Tetracore dos EUA, foi testada com sucesso em Uganda, e no futuro poderá ser empregado em outras áreas do mundo quando e onde as regulamentações legais assim o permitir.

Os estudos de campo realizados em Uganda mostraram resultados bem-sucedidos que foram recentemente publicados na revista Transboundary and Emerging Diseases por uma equipe que inclui cientistas do National Veterinary Institute na Suécia, do National Animal Disease Diagnostics and Epidemiology Centre (NADDEC) de Uganda e da própria Tetracore.

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Na "dose segura": novo estudo toxicológico revela efeitos nocivos dos GBHs

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Na "dose segura": novo estudo toxicológico revela efeitos nocivos dos GBHs

Novo estudo, realizado por várias instituições científicas independentes em todo o mundo, descobriu que a exposição aos agrotóxicos herbicidas à base do i. a. glifosato [glyphosate-based herbicides (GBHs)] causou efeitos reprodutivos e de desenvolvimento em ratos machos e fêmeas, em um nível de dose tido nos EUA "como seguro" (1,75 mg/ kg pc/dia)

In the "safe dose": new toxicological study shows harmful effects of GBHs & A new study, made by several independent scientific institutions around the world, found that exposure to herbicide-based herbicides I.A. glyphosate-based herbicides (GBHs) caused reproductive and developmental effects in male and female rats at a dose level in the US "as safe" (1.75 mg / kg bw / day)

 

Democracy vs glyphosate

Crédito imagem: RNZ

 

Com base na notícia Global Glyphosate Study Pilot Phase Shows Reproductive and Developmental Effects at 'Safe' Dose do Sustinable Pulse de 13 de março de 2019, o novo estudo The Ramazzini Institute 13-week pilot study glyphosate-based herbicides administered at human-equivalent dose to Sprague Dawley rats: effects on development and endocrine system1, realizado por várias instituições científicas independentes em todo o mundo, descobriu que a exposição aos agrotóxicos herbicidas à base de glifosato [glyphosate-based herbicides (GBHs)], incluindo a marca comercial Roundup, revelou efeitos reprodutivos e de desenvolvimento em ratos machos e fêmeas, em um nível de dose tido "como seguro" (1,75 mg/ kg pc/dia) nos EUA.

A exposição dos animais de laboratório aos GBHs foi associada a efeitos semelhantes aos andrógenos, incluindo um aumento estatisticamente significativo da distância anogenital [Anogenital distance (AGD)] em machos e fêmeas, atraso do primeiro estro e aumento da testosterona em fêmeas.

A AGD (a distância entre o ânus e os órgãos genitais) é um sensível marcador de ruptura endócrina pré-natal2, afetando o desenvolvimento do Trato Genital. A exposição a diferentes produtos químicos, incluindo agrotóxicos, tem sido associada previamente à alteração da AGD e outros efeitos endócrinos3, 4.

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Estudos científicos ligam agrotóxicos neonicotinóides ao câncer de mama

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Estudos científicos ligam agrotóxicos neonicotinóides ao câncer de mama

Interligação de estudos científicos reforçam a tese de que a exposição aos agrotóxicos agrotóxicos neonicotinóides altera a atividade promotora para induzir aumento da produção da enzima aromatase, que é conhecida por estimular a produção de estrogênio e, portanto, a proliferação de células cancerígenas. Monografias dos ingredientes ativos dos agrotóxicos estudados — tiacloprido e imidaclopridosão autorizadas no Brasil

Scientific studies link neonicotinoid agrochemicals to breast cancer & Interconnection of scientific studies reinforce the thesis that exposure to agrotoxic pesticides neonicotinoid alters the promoter activity to induce increased production of the aromatase enzyme, which is known to stimulate the production of estrogen and, Therefore, the proliferation of cancer cells. Monographs of the active ingredients of pesticides studied — thiacloprid and imidacloprid — are authorised in Brazil

 

Agrotoxicos cancer mama Afisa PR

Crédito imagem: Hospital Moinhos de Vento

  

Com base na notícia Bee-Toxic Neonicotinoid Insecticide Exposure Linked to Hormone-Dependent Breast Cancer do Beyond Pesticides de 7 de março de 2019, os resultados do estudo Promotional Consideration: A Potential Mechanistic Link between Neonicotinoid Insecticides and Hormone-Dependent Breast Cancer (por Silke Schmidt) de 30 de novembro de 2018 — que reforça as descobertas do estudo Effects of Neonicotinoid Pesticides on Promoter-Specific Aromatase (CYP19) Expression in Hs578t Breast Cancer Cells and the Role of the VEGF Pathway (por Élyse Caron-Beaudoin, Rachel Viau e J. Thomas Sanderson) de 26 de abril de 2018 —, publicado na revista científica Environmental Health Perspectives (EHP), mostra que as concentrações no meio ambiente dos agrotóxicos neonicotinóides à base dos ingredientes ativos tiacloprido e imidacloprido aumentam a expressão de um gene ligado ao câncer de mama.

Em seu estudo, Schmidt descobriu um caminho através do qual os neonicotinóides estimulam o excesso de produção de estrogênio, conhecido por ocorrer durante o desenvolvimento do câncer de mama progressivo dependente de hormônio: "Nossas descobertas destacam a necessidade de mais pesquisas para avaliar os impactos potenciais da exposição de baixa dose e crônica aos neonicotinóides nos processos endócrinos que afetam a saúde das mulheres".

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DESTAQUES DA AFISA-PR

Não se iluda!

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Não se iluda!

Neste ano — e, muito provavelmente, no que vem — não haverá pagamento do constitucional reajuste geral anual (RGA) em benefício do fiscal agropecuário do Paraná

 

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O secretário da fazenda em turno assim já definiu: "capacidade de arrecadação já está 'definida'". Logo, para um bom entendedor, suscitada definição, obviamente, não contempla o pagamento da data-base (4,5 a 5,0%) no próximo 1º de maio.

O novo calote salarial é tão claro que um deputado da oposição ao atual governo na ALEP já reconhece como consumado o calote em prejuízo da RGA de 2019.

Resumo da tragédia salarial que assola a base da carreira própria do fiscal agropecuário do Paraná: injusta e inconstitucional imposição de mais real redução salarial (que significicará mais ou menos 16%) contra o bem-estar do fiscal agropecuário do Paraná.

Resta aos afianos se organizarem em torno da política associativa da Associação dos Fiscais da Defesa Agropecuária do Estado do Paraná (Afisa-PR) que preconiza a discução no âmbito do Judiciário de todos os injustos e inconstitucionais calotes salariais. O de 2017 (8,53%) já foi judicializado; o de 2018 (2,76%) em breve também será judicialiado.

Todas as principais informações sobre a questão salarial do fiscal agropecuária do Paraná estão na Área Restrita (acesso por login e senha) na Mensagem 19/2019: [não se iluda!] não haverá reajuste em 2019!

Valorização profissional com justiça remuneratória: Afisa-PR encaminha proposta ao governador

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Valorização profissional com justiça remuneratória: Afisa-PR encaminha proposta ao governador

A proposta de valorização profissional com justiça salarial da Afisa-PR decorre de um amplo processo de discussão entre os fiscais da defesa agropecuária do Paraná. A proposta da Afisa-PR, desde que atendida pelo governador, beneficiará o interesse público e possibilitará a formação de um quadro de fiscais da defesa agropecuária adequado, qualificado, estável e permanente

 

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A Associação dos Fiscais da Defesa Agropecuária do Estado do Paraná (Afisa-PR) encaminhou ao governador Carlos Roberto Massa Junior a carta 22-Afisa-PR/2018 (protocolo 15.529.558-9) com a proposta de projeto de lei para para alterar a Lei 17.187/2012 da carreira de fiscalização da defesa agropecuária.  

A proposta de valorização profissional com justiça remuneratória da Afisa-PR decorre de um amplo processo de discussão entre os fiscais da defesa agropecuária do Paraná. A proposta da Afisa-PR, desde que atendida pelo governador, beneficiará o interesse público e possibilitará a formação de um quadro de fiscais da defesa agropecuária adequado, qualificado, estável e permanente.

Desde 2012, ano em que a carreira de fiscalização da defesa agropecuária foi criada, não houve nenhuma política pública do governo estadual para resolver de forma definitiva a desvalorização profissional e a injustiça remuneratória que prejudica o fiscal da defesa agropecuária do estado. Hoje, em decorrência dessa grave deficiência, esse profissional é prejudicado pela imposição do menor custo salarial entre os principais setores da Administração Pública que prestam serviços em favor da agropecuária do Paraná. 

Attachments:
Download this file (22-Afisa-PR-2018-de-31-12-2018.pdf)22-Afisa-PR/2018 de 31 de dezembro de 2018[Proposta de PL ao governo Carlos Roberto Massa Junior, formulada pela Afisa-PR, para alterar a Lei 17.187/2012, anexada à carta 22-Afisa-PR/2018, de 31-12-2018.]10306 kB
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Os três protocolos vinculados às não cumpridas promessas de "aumento salarial"

Afisa-PR

Os três protocolos vinculados às não cumpridas promessas de "aumento salarial"

Um alerta contra a suicida síndrome balaio de gatos! O fiscal da defesa agropecuária da Lei 17.187 não pode negligenciar seu exclusivo potencial reivindicatório com questões remuneratórias não amplamente e democraticamente discutidas; que "misturam" carreiras antagônicas; com "demandas" confusas e intransponíveis e desvinculadas da sua singular condição de integrante de carreira própria e típica de Estado. Os novos e difíceis tempos no serviço público exigem outra estratégia remuneratória, completamente diferente, para que seja possível plena valorização profissional com justiça salarial

 

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A Associação dos Fiscais da Defesa Agropecuária do Estado do Paraná (Afisa-PR) disponibiliza ao fiscal da defesa agropecuária vinculado à Lei 17.187, os conteúdos dos protocolos 14.842.694-5, de 21-9-2017;  14.935.956-7, de 21-11-2017 e 15.231.345-4, de 6-6-2018. Este último, como "recurso" final, tratava da "minuta de proposta de alteração da Lei Estadual nº 17.187, de 12 de junho de 2012 alterada pela Lei Estadual nº 18.177, de 31 de julho de 2014".

Como a Afisa-PR sempre alertou: os protocolos em questão estavam emaranhados em complexas "demandas" remuneratórias, ou seja, fragilizados por intransponíveis obstáculos em prejuízo das especificidades inerentes à carreira de fiscalização da defesa agropecuária vinculada à Lei 17.187. Assim sendo, esses protocolos, obviamente, não resultaram em nenhum avanço remuneratório em benefício do fiscal da defesa agropecuária.

Além do mais, a proposta de nova tabela de subsídios proposta pelo derradeiro protocolo 15.231.345-4 era paliativa, não satisfatória, visto que seus valores eram incapazes de resolver o crônico e atual problema salarial e de oferecer plena valorização profissional com justiça salarial, sobretudo, aos fiscais agropecuários que integram a base da carreira de fiscalização da defesa agropecuária.

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Proposta de projeto de lei para promover de justiça remuneratória ao fiscal agropecuário do Paraná

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Proposta de projeto de lei para promover justiça remuneratória ao fiscal agropecuário do Paraná

Alteração de dispositivos das Leis 17.187 de 2012 e 18.177 de 2014 que dispõem sobre a carreira de fiscalização da defesa agropecuária do Paraná. Não é mais possível que os fiscais agropecuários do Paraná sejam tão injustiçados, visto que merecem uma carreira própria capaz de também promover plena dignidade, respeito, valorização profissional e justiça remuneratória

 

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A proposta da Afisa-PR para promover justiça remuneratória

A Associação dos Fiscais da Defesa Agropecuária do Estado do Paraná (Afisa-PR) apresenta a versão inicial da proposta de projeto de lei para promover justiça remuneratória ao fiscal agropecuário do Paraná, com base na Regra 70%. Esta proposta foi construída conformada ao adverso contexto do serviço público estadual que impõe a imperiosa necessidade de priorizar reivindicações muito específicas e exclusivas à carreira de fiscalização da defesa agropecuária. Essa estratégia é necessária para que os justos e legítimos interesses dos fiscais agropecuários — especialmente a questão da justiça remuneratória — sejam viáveis e passíveis de execução.

A proposta em questão é simples para que seja executada pelo novo governo estadual a partir de 2019. É preciso saber aproveitar a vantagem da carreira de fiscalização da defesa agropecuária que é constituída por um contingente reduzido de fiscais agropecuários. Além do mais, a justiça remuneratória reivindicada beneficiará apenas uma parte da carreira, ou seja, sua base, que é indignamente assolada pela desvalorização profissional e pela injustiça remuneratória, uma situação inaceitável para um estado, cujos aspectos socioeconômicos, dependem significativamente do sucesso da sua agropecuária.

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O caminho certo, inteligente e racional

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O caminho certo, inteligente e racional

O fiscal agropecuário da 17.187 tem reivindicações específicas e inerentes à carreira de fiscalização da defesa agropecuária, portanto, deve formar uma maioria para que a luta seja concentrada (e não dispersa em “entidade” balaio de gatos) para que seus justos e legítimos interesses (os complementos da carreira própria) sejam conquistados!

 

Caminho certo inteligente racional Afisa PR

 

Diante do atual contexto, existem caminhos aos fiscais agropecuários de campo de boa-fé, íntegros, trabalhadores e comprometidos com a causa coletiva e com a defesa do interesse público vinculados à 17.187:

1 – O certo, inteligente e racional: que preconiza uma maioria de fiscais agropecuários de campo de boa-fé informada, unida e organizada de forma específica e pontual pela (i) reconstrução do poder reivindicatório e (ii) pelo desenvolvimento da carreira própria — entenda-se os seus complementos na forma de dignidade, ética, respeito, valorização e justiça remuneratória —; esta última medida deverá ser conquistada por intermédio de reivindicações prioritárias, viáveis, específicas e que não impactem significativamente o erário, visto que atenderão um número reduzido de pessoas. Foi justamente para viabilizar esta estratégia que lutamos quase 10 anos pela transformação/enquadramento em carreira própria e típica de estado!!

2 – O da canoa furada na forma de “entidade” balaio de gatos imersa em conflitos de interesses, inconciliáveis e sem solução em prejuízo à lógica da carreira própria: traduzido pela aceitação de “novo sindicato”, com uma base representativa ampla, com vários segmentos, várias carreiras, centenas de pessoas (hoje a quantidade no serviço público joga contra!), vários interesses conflitantes, inconciliáveis e sem solução, com centenas de pessoas e, obviamente, infiltrada e controlada por prepostos interessados na perpetuação de um ilusório “projeto de poder”, para que a dominação seja imposta para evitar o emprego do poder reivindicatório que é encarado como uma “ameaça” a esse ilusório “projeto de poder”, pois a “paz” de uma minoria depende da uma maioria obediente, submissa e incapaz de questionar e reivindicar

Qual caminho é o certo, inteligente e racional que leve ao atendimento das justas e legítimas necessidades dos de campo de boa-fé, íntegros, trabalhadores e comprometidos com a causa coletiva e com a defesa do interesse público? Não é difícil achar esse Norte! 

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