Pandemia com pandemônio e serviço essencial

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Pandemia com pandemônio e serviço essencial

Iminente área livre de febre aftosa sem vacinação; porém, o fiscal agropecuário do estado, obrigado a prestar serviço essencial, ainda sem merecer a vacinação contra Covid-19!

 

Independentemente do fato estar ou não relacionado à prestação de serviço essencial, ocorreu mais uma morte em nosso meio em virtude da insidiosa Covid-19.

Porém, contudo, no entanto, a maioria, infelizmente, não se conscientiza. A maioria, instintivamente e sem autoconsciência consciente de si mesma, [ainda!] acredita que o chamado agronegócio virá "socorrê-lo" contra a crescente dificuldade salarial.

O fiscal agropecuário do estado, obrigado a prestar serviço essencial (o chamado agronegócio, logo mais livre de febre aftosa sem vacinação, agradece): sequer recebe máscara hospitalar (com INMETRO) PFF2 contra as potentes variantes; principalmente, ainda sem merecer por parte do governo estadual a vacinação anti-Covid-19 em meio a uma mortal pandemia com pandemônio (verdadeira sindemia!); mas (ainda) sem iniciativa e coragem para greve sanitária etc., etc...

LDO 2022 não contempla data-base, promoção e progressão no QPA

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LDO 2022 não contempla data-base, promoção e progressão no QPA

LDO 2022: PLDO nº 162/2021 tramita na ALEP

 

Conforme a notícia LDO mostra cenário econômico difícil e impacto da pandemia nas contas do Estado da ANP:

 

O cenário mostra o pagamento de salários e encargos como a principal despesa do Estado: R$ 32,5 bilhões. Ainda assim, a projeção do LDO não contempla a revisão geral anual nem promoções e progressões para os servidores públicos. O documento mostra que o Paraná tem hoje 132 mil servidores ativos, dos quais 53,6 mil são professores e 25,7 mil policiais civis e militares. Já os inativos (aposentados e pensionistas) são 131 mil.

 

Diante das legislações anti-subsídio1 recentemente aprovadas (obstáculos anti-subsídio e até mesmo para reestruturação da carreira própria) e como o PLDO para 2022 em votação no Legislativo não projeta o pagamento da revisão geral anual (data-base2), promoção e progressão no âmbito do QPA, é preciso buscar urgentes alternativas a fim de minimizar a injustiça salarial no QPA.

Nesse sentido, duas alternativas viáveis já foram reivindicadas na carta 22-Afisa-PR/2018:

Opinião da Direx: a fiscalização agropecuária pública será privatizada?

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Opinião da Direx: a fiscalização agropecuária pública será privatizada?

Entra em cena o projeto de lei da privatização (sofismada de "autocontrole" privado "regulado" pelo público) 

 

Direx 18

 

Na Câmara Federal o projeto de lei 1293/2021 que "dispõe sobre os programas de autocontrole dos agentes privados regulados pela defesa agropecuária e sobre a organização e os procedimentos aplicados pela defesa agropecuária aos agentes das cadeias produtivas do setor agropecuário".

Na prática, trata-se da privatização (sofismada de "autocontrole" privado "regulado" pelo público) em detrimento da fiscalização agropecuária pública.

O subsídio do fiscal agropecuário do Paraná vale menos 25,44%

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O subsídio do fiscal agropecuário do Paraná vale menos 25,44%

Esse é o "resultado" da mistificação do "primeiro os ônus, depois os 'bônus'"

 

O "resultado" negativo da ideologia (desvio mistificador utilizado para neutralizar a luta coletiva da categoria) disseminada com sucesso ("primeiro os ônus, depois os 'bônus'") entre os desinformados e pacificados: o subsídio do fiscal agropecuário do Paraná já vale menos 25,44% (perda real).

A fata da data-base (revisão geral anual) é o mais grave dos vários problemas que vivenciamos no serviço público estatutário vinculado ao executivo do estado.

Opinião da Direx: a "PEC Emergencial" e o consequente arrocho salarial

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Opinião da Direx: a "PEC Emergencial" e o consequente arrocho salarial

A esfera financeira neoliberal ganhou uma emenda constitucional sob medida para promover um brutal arrocho salarial em prejuízo da fiscalização agropecuária pública e do fiscal agropecuário do estado

 

 Direx 18

 

O pagamento do auxílio emergencial para a população necessitada poderia ter sido feito por medida provisória; porém, o governo federal ultraneoliberal em turno preferiu formular a "PEC Emergencial" (186) que depois foi aprovada pelos parlamentares alinhados com a esfera financeira.

A "PEC Emergencial" (a nosso ver, mais um passo para a destruição do Estado público), por necessitar de medida provisória, não paga imediatamente o auxílio emergencial, além disto, deixa um em cada quatro beneficiários fora desse auxílio (exclusão de milhões de pessoas), sem falar nos seus reduzidos valores.