O agrotóxico glifosato no Paraná

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O agrotóxico glifosato no Paraná

Mais de 42.700 pessoas entraram com ações judiciais nos tribunais dos EUA nas quais alegam que a exposição ao glifosato1, 1-A fez com que desenvolvessem linfoma não-Hodgkin e que seu fabricante teria "encoberto" este risco; não obstante, o governo Ratinho Junior mantém 74 cadastros que autorizam o comércio e uso de 74 agrotóxicos à base de glifosato

  

 

A professora Lianne Sheppard2 do Departamento de Ciências do Ambiente e Saúde Ocupacional3 da Universidade de Washington, em seu artigo Glyphosate Science Is Nuanced. Arguments About It On The Internet? Not So Much publicado em 20 de fevereiro de 2020 na Forbes, alertou:

O intercâmbio com a Voivodia da Grande Polônia de um país com surtos de PSA

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O intercâmbio com a Voivodia da Grande Polônia de um país com surtos de PSA

A peste suína africana (PSA) é uma grave ameaça e se dissemina mundo afora; não obstante, o governo Ratinho Junior intenciona renovar uma cooperação técnica que visa intensificar presença no Paraná (com um rebanho de 41,4 milhões de suínos) de comitivas de um país com surtos desta mortal doença para os suínos

  

O penúltimo relatório submetido à Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), o Follow-up report 56 de 28 de janeiro de 2020, acusa que a inspeção veterinária1 da Polônia enfrenta 69 surtos de peste suína africana (PSA) em cinco voivodias.

Entre outubro de 2018 e abril de 2019, conforme um relatório2 do Departamento de Meio Ambiente, Alimentação e Assuntos Rurais (DEFRA) e da Agência de Saúde Animal e Vegetal (APHA) do Reino Unido, ocorrem na Polônia 1.470 surtos de PSA em javalis selvagens.

 

 

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O sindicalismo das cooperativas e o fim da vacinação contra a febre aftosa no estado

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O sindicalismo das cooperativas e o fim da vacinação contra a febre aftosa no estado

Caso o Paraná volte a ser prejudicado por uma catástrofe em sanidade animal que dirá o sindicalismo das cooperativas aos agricultores prejudicados?

  

A ampla e favorável divulgação1 patrocinada pelo sindicalismo das cooperativas reflete um alinhamento sem reivindicação2 e um apoio incondicional à "política" do governo Ratinho Junior que precipitou questionável fim da vacinação contra a febre aftosa no estado.

 

 

Defesa agropecuária: o caso do PFTA de Campina Grande do Sul

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Defesa agropecuária: o caso do PFTA de Campina Grande do Sul

O caso do posto de fiscalização do trânsito agropecuário localizado em Campina Grande do Sul que oficialmente "existiu" pelo menos desde 2007 até ser recentemente inaugurado pelo governo Ratinho Junior

 

À época do extinto Departamento de Fiscalização e Defesa Agropecuária (Defis) que integrava a estrutura da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab/PR) o seu então staff comissionado de confiança decidiu aproveitar as estruturas fixas — atualmente chamadas de Postos de Fiscalização do Trânsito Agropecuário (PFTAs) — da extinta Empresa Paranaense de Classificação de Produtos (Claspar) e "delegar" a esta a "responsabilidade" pela fiscalização do trânsito de animais e vegetais, seus produtos e subprodutos, ou qualquer outro material destes derivado no estado.

 

 

Política de banco de horas do governo impacta a fiscalização agropecuária do estado

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Política de banco de horas do governo impacta a fiscalização agropecuária do estado

Os persistentes surtos de raiva na população de herbívoros domésticos do estado: para a Afisa-PR a política de banco de horas do governo Ratinho Junior impacta os serviços públicos de sanidade animal e vigilância sanitária 

  

Segundo a notícia Foco de raiva é detectado em Porto Rico; rebanho a até 12 km deve ser vacinado [Doença foi detectada em um rebanho bovino. Segundo a Adapar, a raiva é transmitida pelo morcego hematófago, que se alimenta de sangue] do Portal da Cidade Paranavaí (colaboração deJorge Roberto da Silva) de 27 de janeiro de 2020 "(...) Técnicos da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) confirmaram um foco de raiva em Porto Rico, cidade do extremo noroeste, às margens do Rio Paraná. O foco foi detectado em um rebanho bovino. A doença ataca animais herbívoros (bois, ovelhas, cabras, búfalos, cavalos, entre outros) (...)".