Defesa agropecuária: o caso do PFTA de Campina Grande do Sul

Afisa-PR

Defesa agropecuária: o caso do PFTA de Campina Grande do Sul

O caso do posto de fiscalização do trânsito agropecuário localizado em Campina Grande do Sul que oficialmente "existiu" pelo menos desde 2007 até ser recentemente inaugurado pelo governo Ratinho Junior

 

À época do extinto Departamento de Fiscalização e Defesa Agropecuária (Defis) que integrava a estrutura da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab/PR) o seu então staff comissionado de confiança decidiu aproveitar as estruturas fixas — atualmente chamadas de Postos de Fiscalização do Trânsito Agropecuário (PFTAs) — da extinta Empresa Paranaense de Classificação de Produtos (Claspar) e "delegar" a esta a "responsabilidade" pela fiscalização do trânsito de animais e vegetais, seus produtos e subprodutos, ou qualquer outro material destes derivado no estado.

 

 

O sindicalismo das cooperativas e o fim da vacinação contra a febre aftosa no estado

Afisa-PR

O sindicalismo das cooperativas e o fim da vacinação contra a febre aftosa no estado

Caso o Paraná volte a ser prejudicado por uma catástrofe em sanidade animal que dirá o sindicalismo das cooperativas aos agricultores prejudicados?

  

A ampla e favorável divulgação1 patrocinada pelo sindicalismo das cooperativas reflete um alinhamento sem reivindicação2 e um apoio incondicional à "política" do governo Ratinho Junior que precipitou questionável fim da vacinação contra a febre aftosa no estado.

Ocorre que, a nosso ver, os serviços de fiscalização agropecuária do estado não contam ainda com investimentos públicos que garantam adequadas infraestruturas, principalmente, ao longo das fronteiras interestaduais do estado, de um pleno sistema de fiscalização do trânsito de animais e seus produtos derivados e de um adequado contingente de fiscais agropecuários com formação em medicina veterinária.

Não se pode mais perder o momentum para deflagrar a greve

Afisa-PR

Não se pode mais perder o momentum para deflagrar a greve

É preciso que o fiscal agropecuário use em seu benefício o momentum adequado para deflagrar a greve por tempo indeterminado no âmbito da fiscalização agropecuária do estado

  

A recente e vitoriosa greve por tempo indeterminado dos fiscais agropecuários do Rio Grande do Sul (que a retomam em um momentum adequado em que o governo gaúcho "espera um parecer que avalizará a retirada da vacina" contra a febre aftosa) mostra aos do Paraná o quão urgente é a necessidade da deflagração de uma contundente ação reivindicatória sobre o governo Ratinho Junior que em um ano de mandato:  

 

1 — não honrou o constitucional reajuste geral anual1 de 2019 fato que aprofundou a real redução — atualmente acumulada em 17% — dos subsídios da carreira de fiscalização da defesa agropecuária;

2 — acabou com o histórico direito da licença-prêmio (tida por ele como "um privilégio") do fiscal agropecuário, substituindo-a pela ilusória "licença-capacitação";

3 — em uma única tarde, em uma sessão de deputados governistas que tornou-se singular por "tratorar" o regimento parlamentar, fez aprovar, em prejuízo da Previdência do fiscal agropecuário, idênticas regras "previdenciárias" contidas na draconiana Emenda Constitucional 103/2019 e

4 — fez aprovar no Legislativo o aumento da alíquota previdenciária para 14%, fato que acrescenta mais 3% de real redução em prejuízo do subsídio do fiscal agropecuário do estado.

 

Política de banco de horas do governo impacta a fiscalização agropecuária do estado

Afisa-PR

Política de banco de horas do governo impacta a fiscalização agropecuária do estado

Os persistentes surtos de raiva na população de herbívoros domésticos do estado: para a Afisa-PR a política de banco de horas do governo Ratinho Junior impacta os serviços públicos de sanidade animal e vigilância sanitária 

  

Segundo a notícia Foco de raiva é detectado em Porto Rico; rebanho a até 12 km deve ser vacinado [Doença foi detectada em um rebanho bovino. Segundo a Adapar, a raiva é transmitida pelo morcego hematófago, que se alimenta de sangue] do Portal da Cidade Paranavaí (colaboração deJorge Roberto da Silva) de 27 de janeiro de 2020 "(...) Técnicos da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) confirmaram um foco de raiva em Porto Rico, cidade do extremo noroeste, às margens do Rio Paraná. O foco foi detectado em um rebanho bovino. A doença ataca animais herbívoros (bois, ovelhas, cabras, búfalos, cavalos, entre outros) (...)".

Agrotóxico paraquate: extremamente tóxico; um gole pode matar e sem antídoto ou tratamento eficaz

Afisa-PR

Agrotóxico paraquate: extremamente tóxico; um gole pode matar e sem antídoto ou tratamento eficaz

Mesmo assim, o governo do Paraná realizou o cadastramento de trezemarcas comerciais2 de agrotóxicos à base do ingrediente ativo paraquate tidas como "aptas para comércio e uso no estado"

  

A reportagem Empresas estrangeiras desovam no Brasil agrotóxico proibido em seus próprios países [Anvisa decidiu em 2017 proibir o paraquate por risco de provocar Parkinson. Mas desde então, ritmo de importação só aumentou, e restrições foram afrouxadas por pressão de empresas de agrotóxicos] (por Luana Rocha e Mariana Della Barba | Repórter Brasil/Agência Pública) do Repórter Brasil de 19 de dezembro de 2019, diz que "por causa dos riscos de intoxicação aguda" assim "como sua relação com doenças como Parkinson, mutação genéticas e depressão", a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu em 2017 banir o paraquate usado na agricultura "na dessecação de plantações para antecipar a colheita".

 

 

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