Data-base de 2017: Afisa-PR critica ação de setores da iniciativa privada sobre a ALEP

Afisa-PR

Data-base de 2017: Afisa-PR critica ação de setores da iniciativa privada sobre a ALEP

Setores da iniciativa privada, entre eles a FAEP, pediram e conseguiram que a ALEP suspendesse a data-base (reajuste geral anual) de 2017. O não pagamento desta data-base implica em real redução salarial de 8,53% em prejuízo do fiscal da defesa agropecuária. Afisa-PR contesta essa suspensão no Judiciário

 

Com base na notícia Entidades empresariais pedem que deputados barrem aumento a servidores [A medida defende que a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que orienta o orçamento para 2017, congele a reposição salarial dos funcionários públicos do Paraná] (por Diego Antonelli) da Gazeta do Povo de 12 de julho de 2016, a Associação Comercial do Paraná, em conjunto com as entidades comerciais/empresariais/ruralistas Federação da Agricultura do Estado do Paraná (FAEP), Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon), do Movimento Pró-Paraná, da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (FIEP), do Instituto Democracia e Liberdade (IDL), do Sistema Ocepar [Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná], da Federação das Associações Comerciais e Empresarias do Paraná Faciap e da Associação de Produtores de Bioenergia do Estado do Paraná (Alcopar), em carta, solicitou (o obteve sucesso) que os deputados da Assembleia Legislativa do Estado do Paraná (ALEP) suspendesse a concessão do Reajuste Geral Anual (RGA) de 2017 (8,53%) em benefício dos servidores do Poder Executivo do Paraná.

 

Ação da FAEP

Biênio 2014/2015: 5ª Câmara Cívil do TJ-PR mantém sentença favorável à Afisa-PR

Afisa-PR

Biênio 2014/2015: 5ª Câmara Cívil do TJ-PR mantém sentença favorável à Afisa-PR

Contra o arbítrio: fiscais da defesa agropecuária do Paraná têm direito à livre associação de classe!

  

A 5ª Câmara Civil do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (Apelação Cível e Reexame Necessário nº 1542067-6, do Foro Central da Comarca da Região Metropolitana de Curitiba, 4ª Vara da Fazenda Pública) manteve a sentença (Autos nº 0005774-56.2015.8.16.0004) em sede de reexame necessário favorável ao presidente da Afisa-PR - Associação dos Fiscais da Defesa Agropecuária do Estado do Paraná. O Acórdão publicado, que negou provimento à Adapar - Agência de Defesa Agropecuária e ao seu diretor presidente, tem como texto:

Triênio 2016/2018: Judiciário concede segurança definitiva em favor da Afisa-PR

Afisa-PR

Triênio 2016/2018: Judiciário concede segurança definitiva em favor da Afisa-PR

Não ao arbítrio: os fiscais agropecuários do Paraná têm direito à livre associação!

  

O presidente da Associação dos Fiscais da Defesa Agropecuária do Estado do Paraná (Afisa-PR) obteve do Judiciário, em sentença de 1º grau, a segurança definitiva para que seja constitucionalmente afastado de seu cargo público para fins de pleno exercício de mandato classista.

Os grandes desafios que envolvem a captura de morcegos hematófagos

Afisa-PR

Os grandes desafios que envolvem a captura de morcegos hematófagos

Paraná: falta quase tudo no controle dos morcegos!

  

Os fiscais da defesa agropecuária e seus assistentes necessitam de treinamento para que sejam treinados a transitar em mata fechada, localização, escalar e descer em paredões, primeiros socorros, equipamentos comunicadores de alto alcance, cordas, equipamentos de escalada, roupas e calçados adequados, soro antiofídico, adrenalina, etc. Enfim, precisam ainda de quase tudo.

Como fiscal da defesa agropecuária do Paraná, escrevo o presente artigo para externar minha opinião e minha permanente preocupação com relação aos grandes riscos que todos os fiscais e seus assistentes, que realizam as revisões de abrigos de morcegos hematófagos e suas capturas, correm ao realizarem tal trabalho.

PL 257/16 é golpe no serviço público

Afisa-PR

PL 257/16 é golpe no serviço público

Por Francisco Saraiva Júnior*

  

Companheiros,

o governo federal decidiu eleger os trabalhadores públicos e privados do Brasil “bodes expiatórios” dos caos econômico-administrativo promovido por ele nos últimos anos. E quer fazê-los pagar a conta dos desmandos que os órgãos de fiscalização e controle vêm identificando e os de polícia e investigação constatando, com vistas à promoção das responsabilidades.

A criminosa proposta do Projeto de Lei Complementar 257/2016, que tramita na Câmara dos Deputados, em regime de urgência, representa invasão à soberania dos Estados, Distrito Federal e Municípios, a falência dos serviços públicos aos seus encargos e o sepultamento das carreiras profissionais públicas. É o maior programa de desemprego já arquitetado por uma administração em qualquer parte do globo terrestre. E com prejuízos insanáveis de toda ordem em longo prazo.