NOTÍCIAS DA AFISA-PR

PSA na Letônia, Vietnã, Laos, Romênia, Camboja, Hungria, Ucrânia, China, Rússia, Bélgica, Polônia, África do Sul...

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PSA na Letônia, Vietnã, Laos, Romênia, Camboja, Hungria, Ucrânia, China, Rússia, Bélgica, Polônia, África do Sul...

A peste suína africana (PSA) é uma questão de "sorte" e de tempo?

 

Peste suína africana 1

Imagem:  Thomas Lo Presti, La Voix Du Nord

 

A peste suína africana (PSA) avança mundo afora, conforme os mais recentes informes — Weelky disease Information — da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE).

 

 

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Regulação de agrotóxicos: um país "modelo" para o Brasil?

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Regulação de agrotóxicos: um país "modelo" para o Brasil?

Os EUA continuam a usar agrotóxicos nocivos que são proibidos em outros países, inclusive, pelo Brasil

 

Modelo

Crédito imagem: Earth

 

Com base na notícia The US continues to use harmful pesticides that are banned in other countries (por Kay Vandette) do Earth de 6 de junho de 2019, os EUA estão ficando para trás da China, do Brasil e da União Europeia (UE) na proibição de agrotóxicos nocivos, de acordo com um novo estudo.

Segundo a notícia, muitos são os estudos científicos e medidas judiciais nos EUA que mostram como os agrotóxicos afetam negativamente o meio ambiente e a saúde humana.

Pesquisadores do Center for Biological Diversity [Centro de Diversidade Biológica] revisaram as regulações de agrotóxicos realizadas nos EUA, Brasil, China e UE para ver como o primeiro país citado se comportou na regulação de agrotóxicos nocivos. Os pesquisadores publicaram suas descobertas na revista Environmental Health.

Tido como um país "altamente regulamentador" e com a "proteção de agrotóxicos em ordem", esse estudo "contradiz essa narrativa e descobre que, de fato, nas últimas duas décadas, quase todos os cancelamentos de agrotóxicos nos EUA foram feitos voluntariamente pela sua indústria", alerta Nathan Donley, principal autor do estudo. 

Donley descobriu que 72 agrotóxicos proibidos ou em processo de eliminação na UE possuem autorização de uso e comércio nos EUA; no Brasil, 17 e na China, 11.

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Fiscalização agropecuária pública é fundamental e estratégica

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Fiscalização agropecuária pública é fundamental e estratégica

E caso a peste suína africana (PSA) apareça por aqui? É preciso política pública de Estado (e não "políticas" de governos que transitam o poder) permanente e de longo prazo em favor da fiscalização agropecuária pública; é preciso o fim da desvalorização profissional e da sub remuneração na base da carreira própria em prejuízo do fiscal agropecuário do Paraná!

 

PSA Afisa PR

Crédito imagem: PIG World

 

Com base na notícia OIE says China faces long struggle to tackle African Swine Fever do PIG World de 30 de maio de 2019, a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) alertou que levará anos para a China conter o mortal vírus da peste suína africana (PSA) que se espalhou pelo país.

A Reuters informou que a China tem lutado para controlar a epidemia da PSA, que alguns analistas prevêem que até 200 milhões de suínos poderão ser abatidos somente neste ano, fato que causará "uma enorme escassez de carne suína" na China com consequências econômicas à "indústria global de carne e de ração".

Surtos da PSA, que não são prejudiciais aos seres humanos, já foram relatados em quase todas as regiões da China continental.

"A China vai lidar com essa peste suína africana por muitos anos", disse à Reuters o subdiretor geral da OIE, Matthew Stone.

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China: como a PSA afeta o comércio global de proteína animal

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China: como a PSA afeta o comércio global de proteína animal

Este ano, em decorrência da peste suína africana (PSA), a China tem menos 133.862 milhões de suínos

 

China PSA

Crédito imagem: Aly Song & Reuters

 

Com base na noticia Cómo la peste porcina de China pone en vilo los mercados globales do RT de 4 de maio de 2019, as perdas do maior produtor e do terceiro maior consumidor per capita de carne suína movimentarão os mercados e até influenciarão a geopolítica, segundo um analista.

Em agosto do ano passado, um surto de peste suína africana (PSA) ocorreu no leste da China, a primeira aparição do vírus neste país. Apesar das medidas tomadas para controlar a epidemia, a contagiosa doença viral se espalhou e oito meses depois chegou a um nível nacional e cruzou as fronteiras para a Mongólia, Vietnã e Camboja, agitando os mercados em todo o mundo.

Em seu relatório de abril, o Departamento de Agricultura dos EUA alertou para uma redução de 4% na produção mundial de carne suína devido ao vírus da PSA, e estimou que a China, o maior produtor e terceiro maior consumidor per capita, perderia cerca de 78 milhões de suínos até o final do ano, o que equivale a 18% do total de 428 milhões disponíveis no último mês de janeiro.

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DESTAQUES DA AFISA-PR

Fiscal agropecuário sub-remunerado em início de carreira terá R$ 16,37 de "reajuste"

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Fiscal agropecuário sub-remunerado em início de carreira terá R$ 16,37 de "reajuste"

O governo não tem compromisso com a valorização profissional e justiça salarial do fiscal agropecuário do Paraná

 

Afisa PR 16 JPEG

 

Primeiro, os governos Richa e Borghetti estabeleceram em prejuízo do fiscal agropecuário do Paraná uma redução salarial que hoje ultrapassa 17%; agora o governo Ratinho Junior através de um inaceitável projeto de lei oferece o "reajuste" de 0,5% a partir de outubro próximo, sem efeito financeiro retroativo. Na prática, isso equivale a 0,25% de "reajuste" — trata-se de uma humilhante esmola!

Essa equivocada "política salarial" comprova que o governo Ratinho Junior não tem compromisso com a valorização profissional e justiça salarial do fiscal agropecuário do Paraná; porém, engana-se ao acreditar que sua "política salarial" prejudica apenas o fiscal agropecuário do Paraná.

Há várias décadas, a sub-remuneração na base da carreira própria do fiscal agropecuário impede a construção de um quadro qualificado, adequado, estável e permanente. Essa base sub-remunerada é um fator limitante que prejudica todo o contexto de fiscalização agropecuária pública do Paraná.  

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Opinião da Direx: promessa do governo para nomear mais fiscais agropecuários não resolve

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Opinião da Direx: promessa do governo para nomear mais fiscais agropecuários não resolve

A promessa sem previsão de data do governo para nomear mais 80 fiscais agropecuários não resolve um dos problemas mais graves da fiscalização agropecuária do estado

 

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Segundo a notícia Gestão Ratinho propõe concurso de quase 6 mil vagas, sem previsão de data (por Catarina Scortecci) da Gazeta do Povo de 3 de julho de 2019, o governo promete:

 

(...) A ideia seria abrir 2.560 vagas de policiais militares, 400 de policiais civis (sendo 50 vagas de delegados e 50 de papiloscopistas e investigadores), 96 de peritos e médicos para a Polícia Científica, 1.269 de agentes de cadeia, 400 de profissionais de saúde, 80 de profissionais para a Adapar (Agência de Desenvolvimento Agropecuário do Paraná) e 988 de professores (...).

 

A promessa sem previsão de data do governo para nomear mais 80 fiscais agropecuários não resolve um dos problemas mais graves enfrentados pela fiscalização agropecuária do estado: a sub-remuneração em prejuízo do fiscal da agropecuário em início de carreira, fator limitante que impede a formação de um quadro de fiscais agropecuários qualificado, adequado, estável e permanente.  

O governo, ao invés de corrigir o problema da sub-remuneração na base da carreira própria — e antes de promover novas nomeações —, ignorou (como já era esperado) a correção proposta por esta Associação dos Fiscais da Defesa Agropecuária do Estado do Paraná (Afisa-PR), que se fosse implementada, proporcionaria plena valorização profissional com justiça salarial ao fiscal agropecuário, sobretudo, em benefício de um setor do serviço público que deveria ser considerado pelo governo como estratégico e fundamental para os indicadores socioeconômicos do Paraná.   

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Peste suína africana reduzirá em 35% a suinocultura China

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Peste suína africana reduzirá em 35% a suinocultura China

A política do governo do Paraná pelo fim da vacinação contra a febre aftosa ampara-se também na alavancagem dos negócios da suinocultura. Porém, o mesmo governo, mediante a adoção de uma "política salarial" — que deve ser específica e setorizada para sanar um problema de uma carreira própria com baixo contingente — flagrantemente equivocada, impede plena valorização profissional com justiça salarial à carreira própria do fiscal da defesa agropecuária, erro crucial de gestão pública que impede a formação de um quadro profissional qualificado, adequado, estável e permanente

 

PSA injustica salarial governo Parana fiscal agropecuario Afisa

Crédito imagem: RTL

 

Há relação do Estado do Paraná com a endemia da peste suína africana (PSA) que devasta a maior população de suínos do mundo da China? Sim, pois essa tragédia é um claro exemplo de que é preciso priorizar uma política pública eficiente, permanente e de longo prazo que também preconize valorização profissional com justiça salarial em benefício da fiscalização agropecuária e da carreira do fiscal da defesa agropecuária do Estado do Paraná.

Essa medida é necessária para proteger os negócios da agropecuária de catastróficas doenças como a PSA etc. — inclusive, para manter a condição do Estado do Paraná como área livre de peste suína clássica (PSC) —, para que elas não ingressem e se disseminem no território paranaense.

Até o momento, infelizmente, não é plena essa política pública.

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O Paraná não valoriza com justiça salarial seu fiscal agropecuário

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O Paraná não valoriza com justiça salarial seu fiscal agropecuário

É essa a qualidade da política do governo em turno — que afirma que os negócios da agropecuária são prioritários ao estado — em "benefício" da fiscalização agropecuária pública do Paraná?

 

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O subsídio de início de carreira é inadequado e injusto e impede em prejuízo do Paraná a formação de quadro de fiscais agropecuários públicos qualificado, adequado, estável e permanente.

Nos EUA a introdução da peste suína africana (PSA) tem potencial para causar US$ 10 bilhões por ano em prejuízos contra seu setor de suinocultura.

E qual seria o prejuízo contra o Paraná? Certamente muitos milhões de reais por ano. 

E quanto custa uma política competente e eficiente de valorização profissional com justiça salarial em favor da carreira própria (Lei 17.187/2012) do fiscal da defesa agropecuária do Paraná? Obviamente, quase nada ao erário, visto que essa carreira própria conta com poucos integrantes.

Desde 2012, ano em que a carreira de fiscalização da defesa agropecuária foi criada, não houve nenhuma política pública de sucessivos governos estaduais para resolver de forma definitiva a desvalorização profissional e a injustiça remuneratória que prejudica o fiscal da defesa agropecuária do estado. Hoje, em decorrência dessa grave deficiência, esse estratégico e fundamental profissional é prejudicado pela imposição do menor custo salarial entre os principais setores da Administração Pública que prestam serviços em favor da agropecuária do Paraná. 

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Não se iluda!

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Não se iluda!

Neste ano — e, muito provavelmente, no que vem — não haverá pagamento do constitucional reajuste geral anual (RGA) em benefício do fiscal agropecuário do Paraná

 

Afisa PR 16 JPEG

 

O secretário da fazenda em turno assim já definiu: "capacidade de arrecadação já está 'definida'". Logo, para um bom entendedor, suscitada definição, obviamente, não contempla o pagamento da data-base (4,5 a 5,0%) no próximo 1º de maio.

O novo calote salarial é tão claro que um deputado da oposição ao atual governo na ALEP já reconhece como consumado o calote em prejuízo da RGA de 2019.

Resumo da tragédia salarial que assola a base da carreira própria do fiscal agropecuário do Paraná: injusta e inconstitucional imposição de mais real redução salarial (que significicará mais ou menos 16%) contra o bem-estar do fiscal agropecuário do Paraná.

Resta aos afianos se organizarem em torno da política associativa da Associação dos Fiscais da Defesa Agropecuária do Estado do Paraná (Afisa-PR) que preconiza a discução no âmbito do Judiciário de todos os injustos e inconstitucionais calotes salariais. O de 2017 (8,53%) já foi judicializado; o de 2018 (2,76%) em breve também será judicialiado.

Todas as principais informações sobre a questão salarial do fiscal agropecuária do Paraná estão na Área Restrita (acesso por login e senha) na Mensagem 19/2019: [não se iluda!] não haverá reajuste em 2019!

 

Data-base de 2019: a embromation segue seu curso com destino ao calote 

Sem a deflagração de uma greve geral por tempo indeterminado, que abranja a maioria das categorias dos servidores do Executivo, não haverá (de novo!) data-base.

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