NOTÍCIAS DA AFISA-PR

v-PSA aparece na península itálica

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v-PSA aparece na península itálica

O vírus da peste suína africana (v-PSA) foi encontrado no norte da Itália

 

 

O vírus da peste suína africana (v-PSA) foi encontrado1,2 no norte da Itália em uma carcaça de javali selvagem encontrada na comuna de Ovada, na província de Alexandria.  Dois outros casos muito prováveis de PSA no Piemonte (na comuna de Fraconalto, também na província de Alexandria e na comuna de Isola del Cantone, na província de Gênova) aguardam confirmação do Centro di referenza nazionale per lo studio delle malattie da pestivirus e da asfivirus (Cerep) do Istituto zooprofilattico sperimentale dell´Umbria e delle Marche (IZSTO) em Perugia. A primeira confirmação do vírus da ASF foi feita pelo Zooprofilattico sperimentale di Piemonte, Liguria e Valle d'Aosta. Posteriormente, a infecção que matou o javali foi confirmada pelo Cerep.

A Itália não estava 100% livre da PSA3, visto que na Sardenha seu genótipo I é endêmico

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EUA: v-PSA causaria prejuízos entre US$ 15 e 50 bi

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EUA: v-PSA causaria prejuízos entre US$ 15 e 50 bi

E por aqui? Idealiza-se, p. ex., o neoliberal "autocontrole" privado em detrimento da fiscalização agropecuária pública

 

 

A professora assistente da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Estadual do Kansas (EUA), Megan Niederwerder, será a chefe de uma nova pesquisa que custará US$ 513.000 com a finalidade de "caracterizar a sobrevivência e transmissão" do vírus da peste suína africana (v-PSA), após sua introdução em uma criação de suínos.

Segundo a notícia K-State researcher continues efforts to halt spread of African swine fever da K-State News de 16 de novembro de 2021, essa pesquisa se concentrará "em evitar que o mortal vírus suíno chegue aos EUA". Incluirá a "determinação do risco e a mitigação de possíveis rotas de introdução" do v-PSA como, p. ex., insumos importados utilizados na fabricação de rações, pelos quais é transmitido.

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O caso do ingrediente ativo atrazina

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O caso do ingrediente ativo atrazina

Agrotóxicos à base do ingrediente ativo atrazina foram proibidos em mais de 35 países, incluindo a União Europeia (UE)

 

 

A Agência de Proteção Ambiental (EPA, na sigla em inglês, Environmental Protection Agency) dos EUA concluiu1 que os agrotóxicos, cujas formulações comerciais contém o ingrediente ativo atrazina2, estão relacionados com danos em centenas de animais e plantas protegidos nos EUA.

Segundo a notícia US EPA Reveals Massive Damage to Endangered Species from Glyphosate and Atrazine do Sustainable Pulse de 18 de novembro de 2021, a EPA, em sua avaliação final para as formulações comerciais de agrotóxicos contendo o ingrediente ativo atrazina, descobriu que elas prejudicam 1.013 espécies protegidas pela Lei de Espécies Ameaçadas (ESA, na sigla em inglês, Endangered Species Act) dos EUA. 

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Download this file (C(2004)731_0).pdf)DECISÃO DA COMISSÃO de 10-03-2004[relativa à não-inclusão da substância activa atrazina no anexo I da Directiva 91/414/CEE do Conselho e à retirada das autorizações dos produtos fitofarmacêuticos que a contenham (Texto relevante para efeitos do EEE)]363 kB
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Santa Catarina proíbe modalidades de uso de agrotóxico que envenena abelhas

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Santa Catarina proíbe modalidades de uso de agrotóxico que envenena abelhas

Uma resolução de diretoria da CIDASC proibiu "em todo território catarinense, para as modalidades de uso que envolvam aplicação foliar, a prescrição e a utilização dos produtos agrotóxicos que contenham em sua formulação" o princípio ativo fipronil

 

 

No começo deste ano uma investigação feita em território catarinense revelou que aproximadamente 50 milhões de abelhas morreram envenenadas por agrotóxicos à base do princípio ativo fipronil1 que é comercializado e usado nos cultivos de soja neste estado.

Dois anos e oito meses depois desse extermínio de abelhas, "Santa Catarina tornou-se o primeiro do Brasil a restringir o uso" dos agrotóxicos à base do princípio ativo fipronil.

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DESTAQUES DA AFISA-PR

Opinião da Direx: o reajuste é 0%

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Opinião da Direx: o reajuste é 0%

Mais conscientização política – visto que eventual reeleição será trágica aos "menos iguais" – e menos economicismo

 

 

O governo neoliberal em turno encaminhou ao legislativo o projeto de lei 729/2021 para honrar o reajuste (3%) que já deve. (Conforme dispõe a Lei 19.912/2019.)

O art. 1º, parágrafo único, do projeto de lei condiciona:

 

"O pagamento do índice restante de revisão geral anual previsto na Lei n°18.493, de 24 de junho de 2015, dependerá do desempenho da arrecadação ao longo do exercício de 2022."

 

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Opinião da Direx: o simples, viável e o complexo, inviável

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Opinião da Direx: o simples, viável e o complexo, inviável

Sem que os fiscais agropecuários tomem consciência da necessidade de se construir uma categoria para si, a CFDA/QPA não tem futuro em termos de valorização com justiça salarial

 

Direx 18

 

A complexidade do chamado APL (protocolo 18.062.538-0) construído e reivindicado pelo sindicalismo atuante na fiscalização agropecuária deste estado contrasta fortemente com a simplicidade reivindicatória(protocolo 15.529.558-9) desta Associação dos Fiscais da Defesa Agropecuária do Estado do Paraná (Afisa-PR). Esta, tendo como eixo reivindicatório apenas a resolução do injusto desnível remuneratório (a única readequação que verdadeiramente interessa ao fiscal agropecuário em carreira própria) entre os valores dos subsídios inicial e final praticados na CFDA/QPA/Lei 17.187/2012.   

Ocorre que a simples e viável reivindicação desta Afisa-PR — que tinha viabilidade para resolver o injusto valor do subsídio de início, um problema crônico que impede o estado de formar um quadro de fiscais agropecuários suficiente, qualificado e permanente — nunca foi assumida pela maioria dos fiscais agropecuários em carreira própria.

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Opinião da Direx: primeiro os bônus, depois os ônus!

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Opinião da Direx: primeiro os bônus, depois os ônus!

Considerações críticas construtivas

 

 Direx 18


No último dia 10 de novembro alguns afisianos receberam uma mensagem do sindicalismo atuante na fiscalização agropecuária deste estado.

Chama a atenção o seguinte excerto dessa mensagem:

 
(...) REGISTRAMOS AINDA QUE primeiro que nós, os Servidores da Defesa Agropecuária da Adapar, trabalhamos arduamente fazendo mais com menos RH, pois a cada 100 servidores que entravam 64 saíam devido à defasagem salarial.  e mesmo assim, nós servidores, junto com o Governo, Seab, Adapar e iniciativa privada conquistamos o novo status de Livre de Febre Aftosa Sem Vacinação, PARA SOMENTE APÓS TER demonstrado excelentes resultados, solicitar a reposição da Inflação e melhoria salarial, (...) sendo nós, os servidores, o único elo da cadeia agropecuária que ainda não foi devidamente valorizado com melhorias.....

AFINAL, o reconhecimento e a meritocracia são uma nova e boa via de renegociação...

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E a ilimitada estupidez neoliberal idealiza o caricato "autocontrole"

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E a ilimitada estupidez neoliberal idealiza o caricato "autocontrole"

E tem fiscal agropecuário que aplaude o "autocontrole"...

 

  

A notícia Na pandemia, uma expressiva parcela da população passou a comprar carne vermelha sem procedência e recheada de riscos (por Saulo Araújo) de 24 de outubro de 2021 do Metrópoles, alerta:

 

"No prato do brasileiro, a carne mais barata do mercado pode ser podre, contaminada, e causar pelo menos 21 tipos de doenças, algumas que levam à morte." 

 

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MPPR propôs ação civil pública por ato de improbidade administrativa

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MPPR propôs ação civil pública por ato de improbidade administrativa

O MPPR requer no mérito, entre outras coisas, "a procedência do pedido para condenar os requeridos pela prática dos atos ímprobos"

 

O Ministério Público do Estado do Paraná (MPPR) propôs ação civil pública por ato de improbidade administrativa, com pedido liminar de indisponibilidade de bens, onde são requeridos funcionários públicos da fiscalização agropecuária do Paraná. No Poder Judiciário, como resultado, tramita os Autos 0003288-79.2021.8160104

Um dos requerentes, Ricardo Nazario Timoteo Silva, é ex-diretor desta Associação dos Fiscais da Defesa Agropecuária do Estado do Paraná (Afisa-PR). Segundo a ação civil pública do MPPR:
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