Por Associação dos Fiscais da Defesa Agropecuária do Estado do Paraná - Afisa-PR

 


"Não mexerá em direito adquirido, mas dará um novo rumo de despesas, gastos e de serviços para um Brasil do futuro", afirmou o [Lira] presidente." [Conforme matéria do Servidor Federal que é vinculada ao twitter abaixo]

 


Com relação à "preservação" [do formal e longe de ser absoluto] "direito adquirido", alguém (à exceção, claro, dos abobalhados barnabés neoliberais no serviço público "menos igual" do executivo — e que infelizmente nos rodeiam em significativa quantidade) ainda acredita em promessa de político neoliberal integrante do tal "centrão" (que de ideológico/ficcional/figura-fantasia "centro" nada tem)?

 

 

Contudo, tem um fundo de verdade o fato de que essa "nova 'reforma'" neoliberal "dará um novo rumo de despesas, gastos e de serviços" (para o deleite do financismo/rentismo parasitário), pois a precarização radical que será imposta — sob o tacão dos termos da "nova 'reforma'" — em prejuízo dos futuros integrantes que ingressarem no que restar de "serviço público" estatutário do executivo, significará o fator limitante (intransponível!) para os atuais servidores com "direito adquirido". Em outras palavras, a situação vigente (as suas circunstâncias objetivas) do serviço público estatutário do executivo ficará congelada ad aeternum nos atuais marcos "administrativos" [que já são] muito adversos em termos de desvalorização profissional e de injustiça (sobretudo pela falta da data-base) remuneratória.

Economizar de fato, a bem do estado público (e não a bem do estado político parasitado pelo financismo/rentismo)? É claro que não, pois o status quo político não ousa cortar os supersalários e os injustos privilégios dos literais e intocáveis marajanatos (os "mais iguais") de fora do executivo, os quais, como literais guardas pretorianas, são úteis para assegurar a manutenção de um secular sistema explorador e antissocial.

Apenas os "menos iguais" estatutários do executivo, quase que já totalmente dilapidados pelo neoliberalismo, pagarão mais essa conta salgada!