NOTÍCIAS DA AFISA-PR

Coreia do Sul: sangue dos suínos abatidos tingiu de vermelho as águas de um riacho

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Coreia do Sul: sangue dos suínos abatidos tingiu de vermelho as águas de um riacho

O principal método da fiscalização agropecuária da Coreia do Sul para impedir novos surtos de peste suína africana (PSA) tem sido o abate em massa de animais: até agora foram mortos cerca de 380.000 suínos

 

Coreia do Sul suinos abatidos peste suina africana

Crédito imagem: NYT/Yeoncheon Imjin River Civic Network, Coreia do Sul. 

 

Na Zona Desmilitarizada da Coreia (ZDC), a fiscalização agropecuária da Coreia do Sul abateu 47.000 suínos na tentativa de evitar a disseminação do mortal vírus da peste suína africana (PSA). As chuvas que caíram no local do abate fizeram com que as águas de um pequeno riacho no fronteiriço condado de Yeoncheon fossem tingidas pelo sangue dos animais mortos.  

Conforme a notícia South Korea rivers run red after mass culling of pigs infected with swine fever (por editor do The Pig Site) de 13 de novembro de 2019, a fiscalização agropecuária sul-coreana insistiu junto aos agricultores para que "não preocupassem que esse sangue pudesse disseminar a PSA", alegando que antes do abate os animais "foram desinfectados" [Como se isso fosse possível em animais infectados com o vírus da PSA (ndAfisa-PR)].

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A conjuntura que envolve a suspensão da carne bovina in natura 

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A conjuntura que envolve a suspensão da carne bovina in natura 

A fiscalização agropecuária dos EUA fará uma nova auditoria de verificação de equivalência sobre a inspeção de produtos de origem animal do Brasil

 

EUA mantem suspensao carne bovina in natura brasil

 

Os EUA negaram a reabertura do seu comércio interno à carne bovina in natura de origem brasileira. No mês de março, após uma séria de concessões no setor de agricultura em favor dos norte-americanos e da abdicação da condição de país em desenvolvimento nas negociações junto à Organização Mundial do Comércio (OMC), havia sido "acertada" a realização de uma nova auditoria de verificação de equivalência do Departamento de Agricultura dos EUA [U. s. Department of Agriculture (USDA)] & Serviço de Inspeção e Segurança Alimentar [Food Safety and Inspection Service (FSIS)] sobre fiscalização agropecuária1 vinculada à inspeção de produtos de origem animal do Brasil.

Após uma visita ao país, os fiscais agropecuários do USDA & FSIS pediram informações adicionais e estabeleceram a necessidade da realização de uma nova auditoria de verificação de equivalência (sem data para sua realização) sobre a inspeção de produtos de origem animal. Somente depois dessas providências haverá a possibilidade de se levantar a suspensão norte-americana contra a carne bovina in natura

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PSA poderá matar aproximadamente 25% do rebanho mundial de suínos

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PSA poderá matar aproximadamente 25% do rebanho mundial de suínos

Com base nos recentes alertas da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) sobre a gravidade da situação da peste suína africana (PSA), um novo panorama sugere que esta doença poderá matar aproximadamente 25% do rebanho mundial de suínos

 

ASF South Korea

Crédito imagem: Bloomberg & Fotógrafo: Jung Yeon-Je/AFP via Getty Images

 

Nos últimos meses, o impacto da peste suína africana (PSA) foi devastador para o rebanho mundial de suínos e os especialistas do setor preveem que nos próximos meses essa situação se agravará ainda mais.

A notícia Experts predict swine fever could wipe out quarter of global pig herd (por Editor do The Pig Site1) do The Pig Site de 1º de novembro de 2019, afirma que os "surtos contínuos da PSA na Ásia, incluindo grandes nações produtoras de carne suína, como China, Filipinas e Vietnã, resultaram em milhões de suínos mortos" e a previsão é de que “os números reais sejam muito maiores do que os publicados pelos [respectivos] governos".

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Brasil: agrotóxicos à base de glifosato deixaram de ser extremamente tóxicos 

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Brasil: agrotóxicos à base de glifosato deixaram de ser extremamente tóxicos

Agrotóxicos à base de glifosato: nos EUA, segundo a atualização mais recente dos Monsanto Papers da U. S. Rignt to Know (USRTK), aproximadamente 42.700 pessoas ingressaram ações judiciais; a alegação dos queixosos é que a exposição à formulação comercial do agrotóxico Roundup fez com que eles ou seus entes queridos desenvolvessem linfoma não-Hodgkin

 

Stopp glyphosate

Crédito imagem: Phys

 

Nos EUA, segundo a atualização mais recente (30 de outubro de 2019) dos Monsanto Papers [Roundup (Glyphosate) Cancer Cases: Key Documents & Analysis] da U. S. Rignt to Know (USRTK), aproximadamente 42.700 queixosos ingressaram com ações contra a Monsanto. 

Segundo os Monsanto Papers da USRTK, a alegação dos queixosos é que a exposição à formulação comercial do agrotóxico Roundup fez com que eles ou seus entes queridos desenvolvessem linfoma não-Hodgkin e que, de acordo com a Bayer1, que comprou a Monsanto, esta teria "acobertado esse risco". Ainda, segundo os Monsanto Papers da USRTK, como parte do processo dessa descoberta, a Monsanto teve que entregar milhões de páginas de seus registros internos. A USRTK vem divulgando estes documentos além de outros registros judiciais.

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DESTAQUES DA AFISA-PR

19 de outubro de 2019: a Afisa-PR completa XVII anos!

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19 de outubro de 2019: a Afisa-PR completa XVII anos!

Guarapuava, 19 de outubro de 2002

 

19 de outubro XVII anos

 

Contra todas as expectativas, pois com coragem, autenticidade, autonomia e independência, é extremamente difícil realizar uma política associativa verdadeiramente compromissada com o interesse público em fiscalização agropecuária e na conquista de plena valorização profissional com justiça salarial para o fiscal agropecuário do Paraná, hoje, 19 de outubro de 2019, a Associação dos Fiscais da Defesa Agropecuária do Estado do Paraná (Afisa-PR) completa XVII anos.

Parabéns ao nosso corajoso e valoroso quadro de associados!

 

Judiciário anula "PAD" orquestrado contra o presidente da Afisa-PR

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Judiciário anula "PAD" orquestrado contra o presidente da Afisa-PR

Sentença de 1º grau da 5ª Vara da Fazenda Pública de Curitiba anulou o "processo administrativo disciplinar (PAD)" contra o presidente da Afisa-PR por conta de "comissão processante" formada por servidores que não tinham condições de dela participar, em desatendimento à legislação 

 

Afisa PR 16 JPEG

 

Em sentença de 1º grau da 5ª Vara da Fazenda Pública de Curitiba, no âmbito dos Autos nº 0001673-62.2017.8.16.0179, o Poder Judiciário do Estado do Paraná anulou o "processo administrativo disciplinar" "instaurado" contra o presidente desta Associação dos Fiscais da Defesa Agropecuária do Estado do Paraná (Afisa-PR). 

Em outra sentença de 1º grau, também no âmbito dos Autos nº 0001673-62.2017.8.16.0179, o Poder Judiciário reconheceu o direito do presidente da Afisa-PR ao acesso de informações que foram sonegadas ou prestadas de forma insuficiente por parte da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab) e da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), para que pudesse exercer o contraditório e ampla defesa. Para contornar essa ilegalidade, o presidente da Afisa-PR também apelou junto ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) ​para a expedição de um documento oficial que comprovasse que um dos servidores da "comissão processante" não era efetivo,​ ou seja, legalmente não poderia integrá-la. 

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Opinião da Direx: a questão da febre aftosa

Opinião da Direx

A questão da febre aftosa

Como cansou de alertar para o bem do interesse público, a Associação dos Fiscais da Defesa Agropecuária do Estado do Paraná (Afisa-PR) lava suas mãos

 Afisa PR 16 JPEG

  

Gazeta do Povo: Greca, Ratinho, Boca Aberta. Veja as frases quentes da semana na política do PR

 

"Representante do outro lado da contenda, Antônio de Oliveira Sampaio, presidente da Sociedade Rural do Paraná, já aceita ser voto vencido, mas nem por isso desistiu de protestar oficialmente. Ele entende que, com o fim da vacinação, a fraca fiscalização transformaria o surgimento de qualquer foco da doença em 'uma catástrofe'.

[...] que conste em ata que fomos contra

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Fiscal agropecuário sub-remunerado em início de carreira terá R$ 16,37 de "reajuste"

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Fiscal agropecuário sub-remunerado em início de carreira terá R$ 16,37 de "reajuste"

O governo não tem compromisso com a valorização profissional e justiça salarial do fiscal agropecuário do Paraná

 

Afisa PR 16 JPEG

 

Primeiro, os governos Richa e Borghetti estabeleceram em prejuízo do fiscal agropecuário do Paraná uma redução salarial que hoje ultrapassa 17%; agora o governo Ratinho Junior através de um inaceitável projeto de lei oferece o "reajuste" de 0,5% a partir de outubro próximo, sem efeito financeiro retroativo. Na prática, isso equivale a 0,25% de "reajuste" — trata-se de uma humilhante esmola!

Essa equivocada "política salarial" comprova que o governo Ratinho Junior não tem compromisso com a valorização profissional e justiça salarial do fiscal agropecuário do Paraná; porém, engana-se ao acreditar que sua "política salarial" prejudica apenas o fiscal agropecuário do Paraná.

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Opinião da Direx: promessa do governo para nomear mais fiscais agropecuários não resolve

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Opinião da Direx: promessa do governo para nomear mais fiscais agropecuários não resolve

A promessa sem previsão de data do governo para nomear mais 80 fiscais agropecuários não resolve um dos problemas mais graves da fiscalização agropecuária do estado

 

Afisa PR 16 JPEG 

 

Segundo a notícia Gestão Ratinho propõe concurso de quase 6 mil vagas, sem previsão de data (por Catarina Scortecci) da Gazeta do Povo de 3 de julho de 2019, o governo promete:

 

(...) A ideia seria abrir 2.560 vagas de policiais militares, 400 de policiais civis (sendo 50 vagas de delegados e 50 de papiloscopistas e investigadores), 96 de peritos e médicos para a Polícia Científica, 1.269 de agentes de cadeia, 400 de profissionais de saúde, 80 de profissionais para a Adapar (Agência de Desenvolvimento Agropecuário do Paraná) e 988 de professores (...).

 

A promessa sem previsão de data do governo para nomear mais 80 fiscais agropecuários não resolve um dos problemas mais graves enfrentados pela fiscalização agropecuária do estado: a sub-remuneração em prejuízo do fiscal da agropecuário em início de carreira, fator limitante que impede a formação de um quadro de fiscais agropecuários qualificado, adequado, estável e permanente.  

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