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PSA se espalha pela Ásia

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PSA se espalha pela Ásia

Relatados os primeiros surtos de peste suína africana (PSA) no Vietnã

 

PSA Vietnan

Crédito imagem: Department of Animal Health do Vietnã

 

Com base na notícia ASF Vietnam: 1st outbreaks on farms near Hanoi (por Vincent ter Beek) do Pig Progress de 20 de fevereiro de 2019, a agência de notícias Reuters informou que os responsáveis pela fiscalização agropecuária do Vietnã localizaram o vírus da PSA em suínos que eram criados em três fazendas nas províncias de Hung Yen e Thai Binh, a sudeste da capital Hanói. Todos animais infectados pelo v-PSA foram abatidos, informou oficialmente o Department of Animal Health do Vietnam Sanitary and Phytosanitary Notification Authority and Enquiry Point desse país.

Segundo um relatório à Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), na província de Hung Yen, mais próxima de Hanói, foram notificados dois surtos em criações com, respectivamente, com 33 e 101 suínos. 

O surto na criação com 33 animais (Trung Nghia) teve início em 1º de fevereiro. No total, 5 animais contraíram a PSA, dos quais 3 morreram. Em 17 de fevereiro, uma segunda criação na província de Yen Hoa, com 101 suínos, foi diagnosticada como infectada pelo v-PSA; 20 suínos contraíram a doença e 10 morreram.

Na província vizinha de Thai Binh, uma criação com 123 suínos confirmou a infecção pelo v-PSA. Neste local, chamado Dong Do, 50 animais foram infectados e 30 morreram.

 

Fronteiras: contrabando de animais suscetíveis e turismo

Segundo a Reuters, enquanto a fiscalização agropecuária do Vietnã apressa-se a lembrar a população que a PSA não oferece risco à saúde pública, seus surtos não eram inesperados. Nguyen Van Long, chefe de epidemiologia do Department of Animal Health desse país, disse que o contrabando de animais suscetíveis entre as fronteiras e o turismo dificulta o controle da disseminação do v-PSA.

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Novo estudo evidencia que ligação entre o glifosato e o linfoma não-Hodgkin é mais forte do que o anteriormente relatado

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Novo estudo evidencia que ligação entre o glifosato e o linfoma não-Hodgkin é mais forte do que o anteriormente relatado

Novo estudo da Universidade de Washington, EUA, fornece a análise mais atualizada do agrotóxico glifosato e sua ligação com o linfoma não-Hodgkin (LNH), e incorpora um estudo realizado em 2018 em mais de 54 mil pessoas que trabalham como aplicadores de agrotóxicos licenciados. Vários estudos e avaliações internacionais tiveram conclusões diferentes sobre se esse agrotóxico leva ao câncer em humanos

New study shows that the link among glyphosate and non-Hodgkin's lymphoma is stronger than previously reported & New study by the University of Washington, USA, provides the most up-to-date analysis of glyphosate agrotoxicity and its linkage to non-Hodgkin lymphoma (LNH), and incorporates a study conducted in 2018 in more than 54000 people working as pesticide applicators Licensed. Several international studies and assessments had different conclusions about whether this agrotoxicity causes cancer in humans

 

Uso massivo glifosato dessecacao linfoma Afisa PR

Crédito imagem: GMO Sciense

 

Com base na notícia Exposure to Chemical in Roundup Increases Risk of Cancer – New Review do Sutainable Pulse de 14 de fevereiro de 2019, a  exposição ao agrotóxico glifosato — o ingrediente ativo do herbicida de amplo espectro mais utilizado no mundo — "aumenta em mais de 40% o risco de alguns tipos de câncer", de acordo com o estudo Exposure to Glyphosate-Based Herbicides and Risk for Non-Hodgkin Lymphoma: A Meta-Analysis and Supporting Evidence da Universidade de Washington, EUA.

A equipe de pesquisadores conduziu uma atualizada meta-análise — que considerou uma abrangente revisão da literatura disponível — e se concentrou em cada estudo realizado nos grupos mais expostos ao agrotóxico. Eles descobriram que "a ligação entre o glifosato e o linfoma não-Hodgkin é mais forte" do que o anteriormente relatado. As descobertas foram publicadas neste mês no jornal online Mutation Research/Reviews in Mutation Research.

"A análise se concentrou em fornecer a melhor resposta possível à questão de saber se o glifosato é ou não cancerígeno", disse a autora sênior Lianne Sheppard, professora do Department of Environmental and Occupational Health Sciences da Universidade de Washington. "Como resultado desta pesquisa, estou ainda mais convencida de que é", disse Sheppard.

O exame de cada estudo epidemiológico publicado entre 2001 e 2018 possibilitou aos pesquisadores determinaram que a exposição ao glifosato "pode aumentar o risco de linfoma não-Hodgkin em até 41%". Os pesquisadores priorizaram seu estudo na pesquisa epidemiológica em humanos, mas também consideraram as evidências constatadas em animais de laboratório.

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Japão: a alarmante escalada da PSC

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Japão: a alarmante escalada da PSC

"Estamos diante de uma situação extremamente séria", disse em Tóquio o ministro da Agricultura do Japão, Takamori Yoshikawa, diante da alarmante escalada da peste suína clássica (PSC)

Japan: The alarming escalation of the CSF & "We are facing an extremely serious situation," Japan Minister of Agriculture Takamori Yoshikawa said in Tokyo in the face of the alarming escalation of classical swine fever (CSF)

 

Japan CSF The Japan Times News

Crédito imagem: The Japan Times News


Com base na notícia Japan sees CSF cases rise alarmingly (por Vincent ter Beek) do Pig Progress de 9 de fevereiro de 2019, na Ásia, onde os chineses lutam contra o brutal vírus da [epidemia] peste suína africana (PSA), os japoneses têm sua própria batalha contra o vírus da peste suína clássica (PSC). No Japão, nas últimas semanas, o vírus da PSC rapidamente se espalhou na sua região central.

No início de setembro do ano passado, a PSC foi detectada em uma criação de suínos na Província de Gifu. Até janeiro deste ano, foram registrados surtos regulares, mas a maioria dos casos concentrados em javalis selvagens nas províncias de Gifu e Aichi. Em 2018, segundo a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), os surtos de PSC no Japão levaram ao abate de 8.704 suínos.

Segundo essa notícia, "há razões para supor" que no Japão a disseminação da PSC "fica cada vez mais preocupante". Nas primeiras 5 semanas de 2019, mais de 18.369 suínos foram abatidos porque várias criações comprovaram a presença do vírus da PSC. No dia 6 de fevereiro, conforme a OIE, foram notificados vários surtos de PSC que atingiram planteis com quantidades variadas.

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UE: novo escândalo da carne exige regulamentação mais rigorosa

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UE: novo escândalo da carne exige regulamentação mais rigorosa

Como fica o "autocontrole", ou seja, a privatização da fiscalização pública de produtos de origem animal? O governo do Paraná, através de portaria1 que introduz um "modelo" rejeitado pelo DIPOA do Ministério da Agricultura, na prática privatizou a fiscalização de produtos de origem animal nos frigoríficos que exigem a presença permanente de um fiscal agropecuário público

EU: New beef scandal requires hardest regulation & How is self-control, that is, the privatisation of public inspection of products of animal origin? The Government of Paraná state, through a ordinance1 that introduces a "model" rejected by the Ministry of Agriculture's  - DIPOA, in practice privatized the supervision of animal products in slaughterhouses that require the permanent presence of  agricultural inspector public.

 

Escandalo alimentar Polonia carne bovina

Crédito imagem: TVN24

Segundo a notícia Secret filming shows sick cows slaughtered for meat in Poland (por Christian Davies) do The Guardian de 27 de janeiro de 2019, imagens secretas denunciaram que animais doentes  contrabandeados para um frigorífico polonês que vendia carne com pouca ou nenhuma fiscalização. Esse escândalo alimentar chama a atenção para os "padrões de fiscalização" da Polônia que é um dos maiores exportadores de carne da União Europeia (UE).

As imagens secretas feitas no interior de um frigorífico polonês flagram animais tão doentes que eram incapazes de ficarem de pé, sendo arrastados de caminhões para o abate através de um guincho, com cordas amarradas em torno de seus chifres ou pernas.

Segundo o The Guardian, o abate dos animais doentes ocorria à noite, sem a presença de um médico veterinário no local, irregularidade que violava os padrões básicos de segurança alimentar. Os trabalhadores do frigorífico removiam partes das carcaças como feridas ou tumores, que poderiam indicar que os animais estavam doentes ou que ficaram deitados de lado por seguidos dias.

Especialistas que assistiram ao filme afirmaram que essa situação levanta a possibilidade de sérios riscos para a saúde das pessoas, e pediram que governo polonês atuasse rapidamente para notificar todos os Estados-membros da UE. Chris Elliott, professor de segurança alimentar da Queen's University de Belfast, fundador do Institute for Global Food Security e que, após o escândalo a carne de cavalo de 2013, liderou uma revisão independente feita pelo governo britânico sobre o sistema alimentar do Reino Unido, disse ao jornal inglês que parte da carne produzida pelo frigorífico irregular deixou a Polônia, desta forma, existe o potencial para um alerta de segurança alimentar em toda a UE, com o envolvimento de muitas agências reguladoras e potencialmente até mesmo o uso de forças policiais.

No final do ano passado, um repórter do Superwizjer, um programa televisivo policial transmitido pelo canal polonês de notícias TVN24, se infiltrou no frigorífico irregular e por quase três semanas trabalhou nele disfarçado.

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DESTAQUES DA AFISA-PR

Valorização profissional com justiça remuneratória: Afisa-PR encaminha proposta ao governador

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Valorização profissional com justiça remuneratória: Afisa-PR encaminha proposta ao governador

A proposta de valorização profissional com justiça salarial da Afisa-PR decorre de um amplo processo de discussão entre os fiscais da defesa agropecuária do Paraná. A proposta da Afisa-PR, desde que atendida pelo governador, beneficiará o interesse público e possibilitará a formação de um quadro de fiscais da defesa agropecuária adequado, qualificado, estável e permanente

 

Afisa PR 16 JPEG

 

A Associação dos Fiscais da Defesa Agropecuária do Estado do Paraná (Afisa-PR) encaminhou ao governador Carlos Roberto Massa Junior a carta 22-Afisa-PR/2018 (protocolo 15.529.558-9) com a proposta de projeto de lei para para alterar a Lei 17.187/2012 da carreira de fiscalização da defesa agropecuária.  

A proposta de valorização profissional com justiça remuneratória da Afisa-PR decorre de um amplo processo de discussão entre os fiscais da defesa agropecuária do Paraná. A proposta da Afisa-PR, desde que atendida pelo governador, beneficiará o interesse público e possibilitará a formação de um quadro de fiscais da defesa agropecuária adequado, qualificado, estável e permanente.

Desde 2012, ano em que a carreira de fiscalização da defesa agropecuária foi criada, não houve nenhuma política pública do governo estadual para resolver de forma definitiva a desvalorização profissional e a injustiça remuneratória que prejudica o fiscal da defesa agropecuária do estado. Hoje, em decorrência dessa grave deficiência, esse profissional é prejudicado pela imposição do menor custo salarial entre os principais setores da Administração Pública que prestam serviços em favor da agropecuária do Paraná. 

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Os três protocolos vinculados às não cumpridas promessas de "aumento salarial"

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Os três protocolos vinculados às não cumpridas promessas de "aumento salarial"

Um alerta contra a suicida síndrome balaio de gatos! O fiscal da defesa agropecuária da Lei 17.187 não pode negligenciar seu exclusivo potencial reivindicatório com questões remuneratórias não amplamente e democraticamente discutidas; que "misturam" carreiras antagônicas; com "demandas" confusas e intransponíveis e desvinculadas da sua singular condição de integrante de carreira própria e típica de Estado. Os novos e difíceis tempos no serviço público exigem outra estratégia remuneratória, completamente diferente, para que seja possível plena valorização profissional com justiça salarial

 

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A Associação dos Fiscais da Defesa Agropecuária do Estado do Paraná (Afisa-PR) disponibiliza ao fiscal da defesa agropecuária vinculado à Lei 17.187, os conteúdos dos protocolos 14.842.694-5, de 21-9-2017;  14.935.956-7, de 21-11-2017 e 15.231.345-4, de 6-6-2018. Este último, como "recurso" final, tratava da "minuta de proposta de alteração da Lei Estadual nº 17.187, de 12 de junho de 2012 alterada pela Lei Estadual nº 18.177, de 31 de julho de 2014".

Como a Afisa-PR sempre alertou: os protocolos em questão estavam emaranhados em complexas "demandas" remuneratórias, ou seja, fragilizados por intransponíveis obstáculos em prejuízo das especificidades inerentes à carreira de fiscalização da defesa agropecuária vinculada à Lei 17.187. Assim sendo, esses protocolos, obviamente, não resultaram em nenhum avanço remuneratório em benefício do fiscal da defesa agropecuária.

Além do mais, a proposta de nova tabela de subsídios proposta pelo derradeiro protocolo 15.231.345-4 era paliativa, não satisfatória, visto que seus valores eram incapazes de resolver o crônico e atual problema salarial e de oferecer plena valorização profissional com justiça salarial, sobretudo, aos fiscais agropecuários que integram a base da carreira de fiscalização da defesa agropecuária.

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Proposta de projeto de lei para promover de justiça remuneratória ao fiscal agropecuário do Paraná

Afisa-PR

Proposta de projeto de lei para promover justiça remuneratória ao fiscal agropecuário do Paraná

Alteração de dispositivos das Leis 17.187 de 2012 e 18.177 de 2014 que dispõem sobre a carreira de fiscalização da defesa agropecuária do Paraná. Não é mais possível que os fiscais agropecuários do Paraná sejam tão injustiçados, visto que merecem uma carreira própria capaz de também promover plena dignidade, respeito, valorização profissional e justiça remuneratória

 

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A proposta da Afisa-PR para promover justiça remuneratória

A Associação dos Fiscais da Defesa Agropecuária do Estado do Paraná (Afisa-PR) apresenta a versão inicial da proposta de projeto de lei para promover justiça remuneratória ao fiscal agropecuário do Paraná, com base na Regra 70%. Esta proposta foi construída conformada ao adverso contexto do serviço público estadual que impõe a imperiosa necessidade de priorizar reivindicações muito específicas e exclusivas à carreira de fiscalização da defesa agropecuária. Essa estratégia é necessária para que os justos e legítimos interesses dos fiscais agropecuários — especialmente a questão da justiça remuneratória — sejam viáveis e passíveis de execução.

A proposta em questão é simples para que seja executada pelo novo governo estadual a partir de 2019. É preciso saber aproveitar a vantagem da carreira de fiscalização da defesa agropecuária que é constituída por um contingente reduzido de fiscais agropecuários. Além do mais, a justiça remuneratória reivindicada beneficiará apenas uma parte da carreira, ou seja, sua base, que é indignamente assolada pela desvalorização profissional e pela injustiça remuneratória, uma situação inaceitável para um estado, cujos aspectos socioeconômicos, dependem significativamente do sucesso da sua agropecuária.

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O caminho certo, inteligente e racional

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O caminho certo, inteligente e racional

O fiscal agropecuário da 17.187 tem reivindicações específicas e inerentes à carreira de fiscalização da defesa agropecuária, portanto, deve formar uma maioria para que a luta seja concentrada (e não dispersa em “entidade” balaio de gatos) para que seus justos e legítimos interesses (os complementos da carreira própria) sejam conquistados!

 

Caminho certo inteligente racional Afisa PR

 

Diante do atual contexto, existem caminhos aos fiscais agropecuários de campo de boa-fé, íntegros, trabalhadores e comprometidos com a causa coletiva e com a defesa do interesse público vinculados à 17.187:

1 – O certo, inteligente e racional: que preconiza uma maioria de fiscais agropecuários de campo de boa-fé informada, unida e organizada de forma específica e pontual pela (i) reconstrução do poder reivindicatório e (ii) pelo desenvolvimento da carreira própria — entenda-se os seus complementos na forma de dignidade, ética, respeito, valorização e justiça remuneratória —; esta última medida deverá ser conquistada por intermédio de reivindicações prioritárias, viáveis, específicas e que não impactem significativamente o erário, visto que atenderão um número reduzido de pessoas. Foi justamente para viabilizar esta estratégia que lutamos quase 10 anos pela transformação/enquadramento em carreira própria e típica de estado!!

2 – O da canoa furada na forma de “entidade” balaio de gatos imersa em conflitos de interesses, inconciliáveis e sem solução em prejuízo à lógica da carreira própria: traduzido pela aceitação de “novo sindicato”, com uma base representativa ampla, com vários segmentos, várias carreiras, centenas de pessoas (hoje a quantidade no serviço público joga contra!), vários interesses conflitantes, inconciliáveis e sem solução, com centenas de pessoas e, obviamente, infiltrada e controlada por prepostos interessados na perpetuação de um ilusório “projeto de poder”, para que a dominação seja imposta para evitar o emprego do poder reivindicatório que é encarado como uma “ameaça” a esse ilusório “projeto de poder”, pois a “paz” de uma minoria depende da uma maioria obediente, submissa e incapaz de questionar e reivindicar

Qual caminho é o certo, inteligente e racional que leve ao atendimento das justas e legítimas necessidades dos de campo de boa-fé, íntegros, trabalhadores e comprometidos com a causa coletiva e com a defesa do interesse público? Não é difícil achar esse Norte! 

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Diretor da Afisa-PR processa a Adapar por dano moral

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Diretor da Afisa-PR processa a Adapar por dano moral

O diretor da Afisa-PR pede que seja indenizado em R$ 35.000,00. 

 

Diretor Afisa processa Adapar dano moral

 

O diretor administrativo da Afisa-PR, Ricardo Nazario Timoteo Silva, que foi alvo de "processo administrativo disciplinar" do qual foi inocentado e que, posteriormente, no âmbito do Ministério Público do Estado do Paraná (MPPR) motivou a instauração do inquérito civil nº MPPR-0076.15.000507-2 — respectivas Portaria e dilação de prazo —, para investigar a apuração de "suposta prática de atos de improbidade administrativa praticados pelos representados e outros indivíduos ainda não identificados em razão de perseguição indevida aos servidores da ADAPAR", e também de "realocação"1 através da já revogada "portaria 94— vide Recomendação Administrativa 03/2018 do MPPR —, processa por dano moral a Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar). O diretor da Afisa-PR pede que seja indenizado em R$ 35.000,00. 

O diretor da Afisa-PR, inicialmente, processou os CPFs dos comissionados de confiança envolvidos nomeados pelo governo Richa e mantidos pela atual governadora, porém, o Judiciário entendeu que é o órgão público que deve ser objeto de processo. A Adapar já foi citada sobre a audiência no processo por danos morais, visto que o Judiciário conheceu2 a denúncia protocolada pelo diretor da Afisa-PR. 

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